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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

30/07/2012 15:55

Com candidatos a prefeito e vereador, usina é acusada de tentar dominar Sonora

Fabiano Arruda
Yuri Valeis (à esquerda), e o vice em sua chapa, o Cearazão, são os candidatos da usina em Sonora. (Foto: Divulgação)Yuri Valeis (à esquerda), e o vice em sua chapa, o Cearazão, são "os candidatos da usina" em Sonora. (Foto: Divulgação)

A diretoria da usina de álcool e açúcar do Estado, a Companhia Agrícola Sonora Estância, está sendo acusada de utilizar sua estrutura, de 3 mil funcionários, para favorecer Yuri Valeis, do PR, que disputa o pleito.

Ele é filho do diretor da usina, Cleiton Jarbas Valeis, e tem como vice Antônio de Oliveira Neto, o Cearazão, que também é funcionário da companhia como Yuri. Além disso, outros cinco empregados são candidatos a vereador. São eles: Virgilio de Oliveira (PTB), Jansen Barbosa (PTB), Arnaldo Souza (PR), Valdeir Domingos, o Badú (PR) e Hélio Ribeiro (PR).

A indústria tem cerca de 3 mil funcionários em época de safra, o equivalente a 20% da população da cidade, de 14 mil habitantes. Numa comparação, a Prefeitura de Sonora possui em torno de 600 funcionários públicos.

São 4 candidatos na cidade. Além de Iuri Valeis, disputam o pleito Luiz Carlos Simões, do PDT, Pastor Valter, do PSC, e Cleber do PT. Para o petista, a usina é utilizada como palanque eleitoral.

“Cleiton usa a usina para tentar tomar a Prefeitura e a Câmara à força, pressionando os trabalhadores e fazendo todo tipo de ameaças e promessas”, protesta o candidato da situação o candidato do PT, que tem apoio do PMDB na eleição.

Ele recorreu à Justiça Eleitoral contra o progressista sob justificativa de infração eleitoral com promessas de “benesses em troca de apoio político”.

Para o prefeito de Sonora, Zelir Maggioni (PMDB), o Mano, a intenção do grupo ligado à usina é dominar o Executivo e Legislativo da cidade.

Yuri, que concorre pela primeira vez a um cargo público, teria enfrentado o PR municipal para sair candidato, já que não gozaria do apoio do diretório.

A reportagem do Campo Grande News entrou em contato com o candidato do PR, mas não obteve êxito . Na usina a informação é de que ele não estava no local nesta tarde, segundo funcionários.

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O povo tem os governantes que merece. Se a população acha correto eleger prefeito uma pessoa que vem de outro estado para mandar em sua cidade, quem somos nós para contrariar? Agora, se os funcionários da usina estão se sentindo pressionados a votar no sujeito, deveriam parar pra pensar que a força da indústria vem deles mesmos, e não dos diretores, que não fazem tudo funcionar sozinhos.
 
Adercio Barbuio Junior em 31/07/2012 08:19:35
nao é obrigado votar ! e outra quem ta no poder e quem ja esteve lá na quer perder a " TETA".
O povo QUE ELEJA seu REI.
 
janilson cavalcante em 31/07/2012 07:55:38
EMA EMA EMA CADA UM COM O SEU PROBLEMA......


 
SANDRO SILVERIO em 30/07/2012 11:24:38
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