Com parlamentares ausentes, Câmara e Assembleia não votaram projetos
Deputados chegaram a anunciar votação, mas autores não compareceram; Câmara poderia ter avançado, diz Papy

A Assembleia Legislativa teve uma sessão rápida, de menos de meia hora, com 15 dos 24 deputados presentes, mas não houve discussões ou votação de projetos. A situação se repetiu na Câmara, onde o encerramento ocorreu por falta de quórum. O presidente da Casa, Epaminondas Neto (Papy, PSDB), se preparava para presidir a sessão quando Neto Santos (Republicanos) a encerrou.
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No caso da Assembleia, houve oportunidade para que parlamentares apresentassem demandas ao Poder Executivo, como à Secretaria de Educação, e moções. Não houve fase de debates, com os deputados inscritos abrindo mão do espaço reservado para a fala. Quem conduziu a sessão foi o 1º secretário, Paulo Corrêa.
Ele anunciou os três projetos que estavam na ordem do dia e conferiu se os autores estavam presentes: Carlos Alberto David (Coronel David, PL-MS), João Cesar Mattogrosso (PSDB-MS) e Pedro Pedrossian Neto (Republicanos-MS). Dois tratavam de reconhecimento cultural da Cavalgada Cultural de Miranda e da Banda da PM, e um defendia homenagem com título de cidadão.
Com a ausência de todos, Corrêa encerrou a sessão.
Já na Câmara, a sessão durou cerca de 1h20 e os vereadores apresentaram indicações à Prefeitura, com pedidos da comunidade. O presidente da Casa até entendeu que a sessão poderia se estender. Ele ainda não tinha chegado à mesa para assumir o comando, informando que realizava reuniões no gabinete.
Papy considerou que a ausência no plenário não seria um impacto do período eleitoral, sugerindo que o colega que presidia a sessão não estaria habituado e acabou se apressando ao constatar quórum insuficiente. O presidente disse que na tarefa de condução das sessões ele reitera o chamado, à espera dos parlamentares que podem estar em seus gabinetes para que compareçam para as votações.
Os vereadores tinham 5 temas elencados para discutir hoje, sendo a votação em 2º turno do tombamento de barracas às margens da BR-163, em Anhanduí, e a instituição de um cordão de identificação de pessoas que sofreram AVC (acidente vascular cerebral), além de 2 pedidos para suplementação de recursos ao orçamento municipal e a análise do veto a um projeto dos vereadores Carlos Augusto Borges (Carlão, PSB-MS) e Clodoilson Pires (Podemos-MS), que ampliava a isenção do IPTU a idosos.


