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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

06/11/2013 13:49

Deputado quer que “perdão de dívida”, proposto pelo governo, inclua o IPVA

Leonardo Rocha
Marquinhos destacou que colegas devem conceder alternativas tanto as empresas como a população (Foto: Divulgação)Marquinhos destacou que colegas devem conceder alternativas tanto as empresas como a população (Foto: Divulgação)

O deputado estadual Marquinhos Trad (PMDB) irá aproveitar a votação sobre o projeto do Refis (Programa de Recuperação Fiscal das Atividades Produtivas) para colocar na pauta de amanhã a análise sobre o veto do governador, ao seu projeto, que prevê aumento no desconto e parcelas aos contribuintes que estão com dívida do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores).

“Se o governador teve a sensibilidade de nos apresentar um projeto para dar novas oportunidades às empresas que possuem dívida com o Estado, nada melhor que apreciarmos o aumento de facilidades para aqueles que desejam quitar a dívida com o IPVA”, destacou ele.

A Assembleia aprovou o projeto do vereador no dia 27 de junho, que aumenta de 10% para 15% o desconto no pagamento a vista do IPVA e ainda parcela a dívida em até dez vezes. Entretanto o governo estadual vetou a proposta, argumentando que a ação era prerrogativa do executivo, já que este aumento de benefício iria gerar prejuízo aos cofres públicos.

“Como a proposta foi vetada, gostaríamos que os colegas apreciassem o veto e dessem uma resposta final sobre o tema e não deixassem o projeto engavetado nas comissões”, ponderou Marquinhos.

O deputado destacou que já conversou com os colegas e que foi feito um acordo para que o projeto entre em votação amanhã, junto com o Refis. “Estamos confiantes na votação, já que os deputados devem ser coerentes em ajudar as empresas e a população também”, disse ele.



Continuando... Quando o empresário sonega ICMS, ele deixa de REPASSAR ao estado um dinheiro que ele cobrou de você, consumidor, mas NÃO repassou. Isso seria o mesmo que você ir ao caixa do banco e pagar a conta de luz, e o banco NÃO repassar o SEU dinheiro à empresa elétrica. Isso não seria apropriação indébita, ou roubo? Pois é isso que o empresário que sonega ICMS faz, ele COBROU de você, e não REPASSOU o valor, ficando para si com o seu dinheiro. É justo agora perdoar esse pessoal, que ficou com NOSSO dinheiro? Se é justo, então vamos soltar e perdoar todos os ladrões que estão nos presídios. Espero que a sociedade, MP e outras instituições se levantem contra esse desmando com o nosso dinheiro. Assim, perdoar dívida de IPVA, dá para entender, agora perdoar dívida de ICMS é inadmissível.
 
Adriano Roberto dos Santos em 07/11/2013 09:18:09
parabens nobre deputado,acho justo pagar imposto, que é cobrado nas minhas compras mas tb. cobrar os responsaveis por ter que devolver ao governo,eu pago certo, o comerciante da o calote fica com o dinheiro,e ainda tem xxxxxxx meses para pagar se o governo entra com uma ação contra ele. Isso não é justo para nós q pagamos certo.
 
jurandir nobre leal em 07/11/2013 09:14:34
O IPVA é um IMPOSTO DIRETO, ou seja, o pagamento é feito diretamente pela pessoa que suporta o seu ônus que é o CONTRIBUINTE DE FATO. Também são impostos diretos o IR, IPTU e ITR. Isto é, quem deixa de pagar o IPVA, deixou de pagar uma dívida pessoal. Já o ICMS é um IMPOSTO INDIRETO (como o ISS, IPI e COFINS), e quem suporta o seu ônus é o CONSUMIDOR FINAL, sendo o industrial, comerciante ou prestador de serviços um MERO REPASSADOR aos cofres públicos do imposto que recebeu. Isto é: os empresários COBRARAM o ICMS, se APROPRIARAM dos valores e agora vão ser beneficiados por terem se apossado do dinheiro alheio. Perdoar o IPVA, tudo bem, porque quem deve não cobrou e não recebeu de ninguém. Agora perdoar ICMS RECEBIDO e NÃO REPASSADO... num país sério isso daria CADEIA, e não anistia!
 
Adriano Roberto dos Santos em 07/11/2013 09:02:26
Não vai passar... Mas pergunto: E quem se esforça, trabalha, deixa de tomar algumas cervejas no final de semana pra pagar o IPVA em dia terá a dívida devolvida?
 
Augusto Antonio em 07/11/2013 08:40:11
Seguinte, gente: o ICMS é um imposto que nós consumidores pagamos no boca do caixa, na hora que fazemos a compra, já que está incluído no preço do que compramos. Esse tipo de imposto é chamado de INDIRETO, porque o consumidor paga e o comerciante é um mero REPASSADOR aos cofres públicos. Só que aí o comerciante desonesto NÃO faz o REPASSE desses valores ao ERÁRIO e se apropria do imposto que nós pagamos. Agora, ao invés desses sonegadores irem para a cadeia, por APROPRIAÇÃO INDÉBITA, eles são premiados com anistia, descontos e parcelamento. É preciso esclarecer: ICMS é imposto INDIRETO, quem o PAGA é o CONSUMIDOR FINAL, e NÃO o COMERCIANTE.
 
Adriano Roberto dos Santos em 06/11/2013 21:32:21
É ISSO MESMO DEPUTADO.....O NOSSO GOVERNO TEM QUE COLOCAR TB. O IPVA... SO ASSIM TEREMOS CONDIÇÕES DE QUITAR O MESMO...PELO AMOR DE DEUS GOVERNADOR ATENDE AO MARQUINHOS TRAD. POR FAVOR
 
filadelfio terenciuo em 06/11/2013 20:33:37
É isso ai deputado marquinhos trad. O sr tem visão e pensamento de melhora de vida dos menos favorecidos e mais humildes, que não tem o carro do ano. mas que tem um carro velho que dele precisa para trabalhar dignamente e tirar o sustento para sua família. Parabéns!
 
edson manoel da rocha. em 06/11/2013 19:20:34
O Marquinho apareceu, deu o ar da graça depois de uma sumidinha básica. Era bom o eleitor saber também o que o nobre deputado pensa sobre a cpi da saúde, gisa etc...etc...
 
jose edson em 06/11/2013 15:43:21
O correto mesmo pra ser honesto é o governador só cobrar IPVA se o montante arrecadado no ano anterior for comprovadamente utilizado para melhoria do transporte na capital, ou seja, se as ruas estiverem recapiadas de forma descente o IPVA é cobrado, se estiver esburacada, como está 90% das ruas de Campo Grande, a população fica isenta de pagamento de IPVA, não adianta o povo pagar, pagar e pagar e o político roubar, roubar e roubar, queremos resultados, o brasileiro é um povo covarde mesmo, se houvesse união e todo mundo parasse de pagar imposto eu queria ver se o governo não resolveria a situação de forma rápida para que eles voltem a mamar nas tetas do contribuinte.
 
maximiliano nahas em 06/11/2013 15:35:30
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