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Campo Grande, Domingo, 20 de Agosto de 2017

19/02/2014 11:32

Lideranças do PSDB em MS preferem se “calar” sobre renúncia de deputado

Leonardo Rocha
Lideranças tucanas de MS preferem não emitir opinião sobre renúncia de Eduardo Azeredo (Foto: Divulgação)Lideranças tucanas de MS preferem não emitir opinião sobre renúncia de Eduardo Azeredo (Foto: Divulgação)

As lideranças estaduais do PSDB em Mato Grosso do Sul preferiram não emitir opinião e posição sobre a renúncia do deputado federal Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que está sendo acusado pela Procuradoria Geral da República por crimes de peculato e lavagem de dinheiro. Ele vai ser julgado pelo mensalão mineiro pelo Supremo Tribunal Federal. 

O filho de Eduardo (Azeredo), Renato Penido Azeredo, entregou hoje (19) em Brasília ao presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Alves (PMDB-RN), a carta de renúncia do parlamentar.

“Preciso levantar primeiro a situação com a executiva nacional e depois do posicionamento oficial desta, emitir minha opinião. Não posso ter um posicionamento que seja diferente da direção nacional, vou esperar esta manifestação”, afirmou o presidente estadual do PSDB, o deputado Márcio Monteiro.

O deputado estadual Rinaldo Modesto (PSDB) também optou no momento pelo “silêncio”, já que segundo ele, precisa conhecer todos os detalhes do processo que desencadeou esta renúncia, para depois se manifestar. “Não tenho como omitir opinião neste momento”.

Eduardo Azeredo se manifestou nesta “carta de renúncia” dizendo que o processo que foi encaminhado ao STF (Supremo Tribunal Federal) não teria julgamento, apenas condenação.

Há rumores que com a renúncia do deputado, seu processo que está no STF, poderá ser encaminhado ao Tribunal de Justiça de Minas Gerais, já que não haverá mais “foro privilegiado” ao parlamentar.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou no último dia 7 as alegações finais do processo contra Azeredo ao Supremo Tribunal Federal.

Ele pediu a condenação de 22 anos ao deputado tucano, por desvio de recursos que poderiam chegar a R$ 9 milhões, do Bemge (Banco do Estado de Minas Gerais) e das empresas públicas Copasa e Cemig em 1998.

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