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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

14/11/2012 19:33

Mara Caseiro teme insegurança jurídica provocada por disputa de terras

Marta Ferreira
A deputada Mara Caseiro, do PTdoB,  durante fala na Assembleia Legislativa. (Foto: Divulgação)A deputada Mara Caseiro, do PTdoB, durante fala na Assembleia Legislativa. (Foto: Divulgação)

A deputada estadual Mara Caseiro (PTdoB) manifestou nesta semana preocupação com a "insegurança jurídica" gerada no Estado pela disputa por terras entre índios e fazendeiros.

Durante as intervenções feitas esta semana, na tribuna da Assembleia Legislativa, ela afirmou que o problema, que ganhou o noticiário internacional após a carta em que índios dizem que vão resistir até a morte em uma área reivindicada em Iguatemi, a deputada disse que a briga por áreas demarcadas traz insegurança tanto para os próprios produtores e empresários de Mato Grosso do Sul quanto para possíveis investidores, que enxergam uma situação política e econômica instável.

“Temos de voltar a ser um Estado de desenvolvimento e progresso, porque no Sul do Estado essa insegurança jurídica é um grande problema, a pessoa não sabe se planta, se não planta, se investe, se não investe. Dessa maneira, como Mato Grosso do Sul vai continuar a se desenvolver?”, afirmou.

Uma das principais questões a serem resolvidas, e com urgência, para a deputada, é a reserva de recursos no Orçamento Geral da União para ressarcir produtores rurais que têm suas terras desapropriadas devido à demarcação de áreas consideradas indígenas. O assunto foi tratado esta semana, durante reunião entre deputados federais, estaduais, senadores, órgãos competentes e governo do Estado.

A bancada federal já está se articulando em Brasília para garantir esses recursos. 

Mara Caseiro também destacou a importância de se enxergar os indígenas como seres normais, que buscam desenvolvimento e melhores condições para seu povo, “e não bichinhos da Funai”.

A deputada acredita que a situação é provocada pela incitação feita por organismos internacionais, além de pessoas e instituições que querem se beneficiar de toda essa situação. “Eu acredito que é esse desenvolvimento que nossos indígenas devem almejar, e não serem incitados para uma guerra com os produtores. Índio nunca brigou com produtor, e produtor nunca brigou com índio, eles estão sendo é incitados a invadir propriedades tituladas”, declarou.

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