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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

16/11/2011 22:35

MEC cria mais 90 vagas de Medicina na UFMS na Capital, Três Lagoas e Dourados

Edmir Conceição*
Governador André Puccinelli, Simone Tebet, deputado Edson Giroto e reitora da UFMS comemoram anúncio do MEC. Governador André Puccinelli, Simone Tebet, deputado Edson Giroto e reitora da UFMS comemoram anúncio do MEC.

O ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou nesta quarta-feira a criação de mais 90 vagas nos cursos de Medicina da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), sendo que 50 serão para o curso em Três Lagoas, que deve entrar em funcionamento em 2014. Serão 30 vagas para Campo Grande e mais 10 para Dourados.

Ficou definido que o primeiro vestibular deve ser realizado em 2013, de acordo com a reitora Célia Maria da Silva Correa Oliveira. “Nós já incluímos esta ampliação no Plano de Desenvolvimento Institucional da UFMS. O ministro hoje deu sinal verde para elaborarmos a expansão e vamos entregar no MEC o projeto com todas as necessidades que são necessárias para o efetivo funcionamento do novo curso e da demanda com a ampliação em Campo Grande e Dourados”, destacou a reitora.

Em Três Lagoas, a proposta é tentar utilizar o hospital filantrópico em funcionamento no município para as aulas e residência médica, mas também o Governo do Estado está tentando obter R$ 40 milhões para construção de um hospital escola com no mínimo 120 leitos. “Com um hospital escola vamos aumentar os recursos para a saúde em Três Lagoas, já que o MEC garante dinheiro extra aos hospitais universitários. Não haverá divisão do pouco recurso da saúde”, enfatizou a vice-governadora Simone Tebet, que participou da reunião.

O governador André Puccinelli (PMDB) enfatizou que “o Estado vai dar infraestrutura necessária” para o funcionamento dos cursos, além de explicar que Três Lagoas vai ter incremento na demanda na área médico-hospitalar com a instalação de três grandes empresas na cidade, entre elas a fábrica de fertilizantes da Petrobras. “A proposta é implantar o curso de forma gradativa em Três Lagoas, até atingirmos as 50 vagas”, afirmou Puccinelli

Para a prefeita da cidade, Márcia Moura, “viemos em busca da efetivação deste sonho, e a faculdade de medicina é a realidade que concretizamos”. Para o deputado estadual Eduardo Rocha, “agora, com o sinal verde do ministro, com certeza Três Lagoas vai se transformar em um pólo universitário”.

Demais cursos - Também foi divulgado pelo ministro que o curso de medicina de Campo Grande vai receber mais 30 vagas, passando das atuais 60 para 90 vagas. Para o curso da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), serão mais 10 vagas, passará de 50 para 60 vagas. Este incremento em Dourados era reivindicado pelo deputado federal Geraldo Resende (PMDB) junto ao MEC.

A proposta de ampliação será apresentada nas próximas semanas à presidente Dilma Rousseff, para que de o parecer final ao Plano de Expansão dos Cursos de Medicina e Engenharia das Instituições Públicas de Ensino, em que estão inclusas mais de 90 vagas para os cursos de Medicina em Mato Grosso do Sul.

(*) Com informações do Gabinete do deputado Edson Giroto (PMDB-MS)



Se acham que isso só vai ter prós pro curso e pra faculdade no geral, aconselho a terem uma visão crítica se o curso e a universidade aqui de Campo Grande tem estrutura pra comportar essa expansão! E isso não é só no curso de Medicina. Mas a UFMS de modo geral, que abre cada vez mais cursos. mas parece que não se preocupa tanto em melhorar a qualidade dos já existentes.
 
Lucas Lemos em 17/11/2011 12:38:00
Eu é que não tenho coragem de me tratar com esses médicos formados em Três Lagoas. Se nem hospital eles terão para aprender, como será a formação deles? Isto é muito delicado, estão lidando com vidas humanas!
 
Luciana Costa em 17/11/2011 10:42:19
Esta certo o Deputador Giroto brigar por mais vaga em curso , este é primeiro passo agora assim que aprovado tem que melhora a infra estrutura , só não pode ficar acomodar de pois de conseguir as vagas , tem que sempre esta brigando pela qualidade do ensino.
 
WELLINTON JOSÉ MAGALHÃES SILVA em 17/11/2011 10:20:34
Na minha época, passar num vestibular de medicina era necessario as vezes 2 a 3 anos de estudo intenso no cursinho. Entrava só os mais preparados mesmo. Hoje me intriga eu ver pessoas do meu convívio nem tão estudiosas, cursando essas faculdades caríssimas e se gabando de fazer medicina. Esses recém formados caem direto na rede pública fazendo o povo de cobaia. Viva politicos picaretas!
 
josé simão filho em 17/11/2011 10:10:57
Numa "canetada" se abre mais 90 vagas de medicina. Há 10 anos atrás eram apenas 48 vagas na UFMS, hoje são 60 e amanhã 90. Dourados tem uma estrutura capenga para manter os que já estão lá cursando imagine com mais 10. Quantos laboratórios foram construídos? Quantos professores contratados? Como estão sendo formados nossos futuros médicos? Apenas abrir mais vagas não resolve nada!
 
Gilmar G. Nascimento em 17/11/2011 01:07:15
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