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Campo Grande, Domingo, 10 de Dezembro de 2017

11/08/2015 17:20

Mesmo Cassems assumindo saúde, deputados vão receber reembolso

Paulo Yafusso
Deputado Zé Teixeira: reembolso, só para dependentes legais (Foto: Marcos Ermínio)Deputado Zé Teixeira: reembolso, só para dependentes legais (Foto: Marcos Ermínio)

O fim do atendimento à saúde dos servidores do Legislativo, não atingiu os deputados. Eles continuam com o privilégio de terem as despesas pagas pela Assembleia. É que prevê o Ato da Mesa Diretora, publicado no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira.

O primeiro secretário Zé Teixeira justificou que a medida tem como objetivo moralizar o atendimento à saúde para os parlamentares e dependentes. “Nós restringimos o atendimento, pela regra anterior da Resolução, qualquer dependente que apresentasse comprovante de despesa com saúde era reembolsado, agora só os dependentes legais, aqueles que constam na Declaração do Imposto de Renda, terão direito ao reembolso”, afirmou.

Zé Teixeira afirmou ainda, que só podem ser contemplados com esse benefício os deputados que não possuírem plano de saúde. E só serão reembolsadas as despesas pelos procedimentos não cobertos pelos planos de saúde.

Cassems – No mês passado a Assembleia Legislativa anunciou que vai passar para a Cassems o serviço de saúde dos servidores da Casa. Segundo Zé Teixeira, uma comissão de parlamentares fez um levantamento dos custos e dos serviços prestados pelo Centro de Saúde existente no Legislativo e concluiu que não havia necessidade de manter uma estrutura como aquela. “Não justificava manter médicos, fisioterapeutas, dentistas, se os servidores já tem a Cassems”, afirmou o primeiro secretário da Assembleia.

Pelo que ficou acertado, no início a Assembleia fará repasse de R$ 50 mil mensais e depois a Cassems vai arcar com todo o custo, cobrando apenas o fator moderador, que será na faixa de R$ 15,00 a R$ 16,00. Zé Teixeira disse que o gasto para manter o Centro de Saúde girava em torno de R$ 400 mil. O dinheiro economizado será usado na manutenção do prédio da Assembleia. “Temos problema de infiltração, o prédio está cheio de goteiras, é preciso impermeabilizar e o banheiro precisa ser reformado”, declarou.

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