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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

20/02/2014 12:55

Para Fábio Trad dificuldade de convivência põe PMDB e PT em palanques diferentes

Francisco Júnior
Fábio Trad durante sessão na Câmara dos deputados.Fábio Trad durante sessão na Câmara dos deputados.

As dificuldades de convivência entre os dois partidos, evidenciadas na decisão tomada na última quarta-feira pela bancada pemedebista, de se rebelar contra a presidente Dilma Rousseff, não indicando substitutos dos peemedebistas Antônio Andrade (MG) e Gastão Vieira (MA), que respectivamente, deixarão os Ministérios da Agricultura e do Turismo para disputar a eleição, na opinião do deputado Fábio Trad (PMDB) tornam evidente a impossibilidade de uma aliança de PMDB e PT em Mato Grosso do Sul e em diversos estados do País.

“Há pontos de erosão na relação entre as duas legendas que revelam falta uma sinergia programática que acabam resultando numa progressiva e permanente tensão na disputa por espaço política. Fica evidente que vários estados estarão em lados opostos na eleição de outubro”.

Na opinião do deputado, o PMDB com os quadros e a densidade eleitoral que dispõe, com presença nacional Pais, não pode se contentar em exercer um papel meramente coadjuvante, limitando sua atuação política a um desgaste processo de briga por cargos.

“Esta postura compromete a imagem do partido junto a opinião pública, que acaba identificando no partido, não uma alternativa de poder, mas um mero trampolim fisiológico para ocupar espaço na máquina pública”. No caso específico de Mato Grosso do Sul, onde o PMDB está no comando de um Governo com altos índices de popularidade, por conta dos avanços que obteve o volume de obras que executou, Fábio está convencido de que o partido tem plenas condições de disputar a sucessão estadual com uma chapa competitiva. “Temos serviços prestados e argumentos suficientes para fazer o enfrentamento a partir da comparação de desempenho já demonstrado entre o nosso projeto e o do adversário”, sustenta.

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