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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

02/12/2017 08:55

PMDB filia prefeito, ex-deputado e aclama André candidato

Reunião do partido elege o ex-governador como presidente neste sábado

Mayara Bueno e Humberto Marques
Junior Mochi, deputado estadual pelo PMDB. (Foto: André Bittar).Junior Mochi, deputado estadual pelo PMDB. (Foto: André Bittar).

O PMDB consolida neste sábado (2) filiações de lideranças políticas e aclama o ex-governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli, como candidato ao governo do Estado em 2018. 

A reunião ocorre na Associação Nipo Brasileira, na saída para Três Lagoas. Puccinelli, que é o candidato à presidência do partido, deve chegar no local às 9h30. Por enquanto, os filiados votam.

Conforme o atual presidente do PMDB, deputado Junior Mochi, o ex-chefe do Executivo estadual já demonstra intenção de se candidatar. Ontem, em um evento do partido, André falou sobre sua intenção, conta.

"Se não houver impedimento de saúde, de família ou jurídico, ele será o candidato", reafirma Mochi.

Filiados votam durante convenção do PMDB. (Foto: André Bittar).Filiados votam durante convenção do PMDB. (Foto: André Bittar).

Integrantes da legenda pedem a candidatura de Puccinelli. O próprio não confirma a possibilidade, até então. Em uma das reuniões do PMDB, o ex-governador disse que decidiria isso ano que vem.

Como plano B, colocado desta forma pelo próprio partido, o prefeito de Costa Rica, Waldeli dos Santos Rosa, já está confirmado no PMDB. Ele estava no PR.

Além dele, o ex-deputado Antônio Carlos Arroyo e ex-comandante da PM (Polícia Militar) José Ivan de Almeida devem ingressar oficialmente no partido e Diogo Robalinho de Queiroz, conhecido como Diogo Tita, volta à sigla.

Mochi classifica as movimentações como "novo momento político do PMDB", já se preparando para as eleições de 2018. Destacou que, apesar dos contratempos, a legenda permanece forte com 144 vereadores e 14 prefeitos em MS.

Em 14 de novembro, André Puccinelli foi preso durante a 5ª fase da Operação Lama Asfáltica. A detenção durou pouco mais de um dia, mas causou o adiamento da convenção do partido, prevista para o dia 18 daquele mês, e uma possível candidatura ficou em suspenso.

Na ocasião, o ex-governador comentou que deixava a cargo das demais lideranças as definições sobre seu nome como presidente do partido.

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