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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

25/08/2011 12:39

PMDB pode ser vice do PR na sucessão na Capital, especula André

Edmir Conceição e Fabiano Arruda

Governador revela 25 possibilidades de composição em 2012 e não descarta nem o PDT de Dagoberto

André rascunha 25 dobradinhas para 2012 e diz que PMDB não precisa 'obrigatoriamente' encabeçar chapa. (Foto: João Garrigó)André rascunha 25 dobradinhas para 2012 e diz que PMDB não precisa 'obrigatoriamente' encabeçar chapa. (Foto: João Garrigó)

O governador André Puccinelli admitiu que o candidato a prefeito de Campo Grande que terá seu apoio pode não ser do PMDB. De manhã ele apresentou a jornalistas, durante inauguração da sede de empresa de confecção em Campo Grande, 25 possibilidades de composição do PMDB e aliados para a sucessão do prefeito Nelsinho Trad em 2012.

Das 25 possibilidades que o governador fez questão de rascunhar de próprio punho, ele elegeu seis como as com maior probabilidade para se viabilizar. Puccinelli reafirmou, sobre 2014, que ‘se os médicos deixarem’ pretende concorrer ao Senado.

Hoje o governador afastou a dúvida que perdurava em torno da cabeça de chapa na disputa das eleições na Capital. Depois de afirmar no início da semana que o PMDB não abria mão de disputar, hoje André acrescentou que a cabeça de chapa deve ser ‘preferencialmente’ do PMDB, mas não “obrigatoriamente”, dando a entender que o candidato a prefeito pode ser de outro partido, como o PR, que trabalha a pré-candidatura do deputado Edson Giroto.

Sobre as especulações de alinhamento com o PDT, adversário na campanha passada, o governador disse que conversou muito com Dagoberto Nogueira e lembrou que “política se faz com diálogo, não se faz com ódio nem rancor”.

O governador disse que nas negociações para as eleições municipais de 2012 não atropela ninguém, pelo contrário, “sou o único atropelado’, por ser cobrado todos os dias em relação sobre eventuais e prováveis alianças.

Das 25 possibilidades de composição anotadas em um papel sulfite, o governador diz que as mais prováveis são: Edil Albuquerque e Carlos Marun, ambos do PMDB; Edil Albuquerque (PMDB) e Alcides Bernal (PP): Marun e Alcides; Edil e Alcides; Mandetta (DEM) e Edil; e Giroto (PR) e Edil, com uma leve tendência para a última dobradinha.

Outras possibilidades anotadas pelo governador são: Marun e Siufi; Edil e Siufi; Giroto e Siufi; Mandetta e Siufi; Siufi e Marun; Marun e Edil; Giroto e Marun; Siufi e Edil; Marun e Dagoberto (PDT); Edil e Dagoberto; Giroto e Dagoberto; Mandetta e Dagoberto; Siufi e Dagoberto; Marun e Mandetta; Edil e Mandetta; Giroto e Alcides; Mandetta e Alcides e Siufi e Athayde (PPS).



O Governador está certo, está agindo como um verdadeiro estadista.A política é dinâmica, e faz parte na visão de um estadista,aglutinar o máximo de partidos como aliados,quanto mais partidos melhor será o poder e desempenho numa campanha sem coalizão e grandes desgastes. Não vejo porque dizerem que o Governador não pode juntar ao seu leque de apoio o PDT, na política tudo é possível, as negociações fazem parte do processo democrático, se não fosse assim, o ex-presidente Lula e agora a presidente Dilma jamais conseguiriam os avanços conquistados.Governar é ciscar pra dentro, mesmo que se ganhe com a esquerda e se administre com a direita.
 
William Souza Rocha em 25/08/2011 12:55:57
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