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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

27/10/2010 10:07

Polícia Civil não trata prefeito como suspeito de crime

Redação

Apontado pelo pai da vítima como suspeito do assassinato do presidente da Câmara de Vereadores de Alcinópolis, Carlos Antônio Carneiro (PDT), 40 anos, o prefeito da cidade, Manoel Nunes (PR), não figura ainda como investigado pela Polícia Civil.

Durante a coletiva sobre o caso realizada nesta manhã, o delegado João Reis evitou tratar o prefeito como suspeito. Ele disse que a polícia tem informações quanto a problemas entre o vereador assassinado e Nunes e tudo está sendo investigado. "Temos essas informações. Estamos investigando. Por ora não podemos afirmar

nesse sentido", afirmou o delegado.

O delegado confirmou que documentos foram apreendidos no carro do vereador, mas não quis detalhar o conteúdo.

"Existem coisas que se pode passar, existem coisas que precisa resguardar para não atrapalhar as investigações", justificou.

"A sociedade cobra uma resposta, mas a polícia não pode sair por aí, afirmando o que depois não pode comprovar", completou, após ser indagado mais uma vez sobre a suspeita jogada pelo pai da vítima contra o prefeito.

O pai do vereador, o vice-prefeito de Alcinópolis, Alcino Carneiro (PDT), afirmou hoje que os documentos que a polícia aprendeu são relativos a uma denúncia contra o prefeito, por rasurar o orçamento da cidade para legitimar gastos não aprovados pela Câmara.

Ele disse que o prefeito fez ameaças ao filho, assim como um empreiteiro e comerciante de Coxim identificado apenas com Ivo.

Sobre convocar o prefeito para depor, o delegado João Reis respondeu que todas as testemunhas necessárias serão chamadas.

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