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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

17/03/2016 10:37

Presidente do PDT em MS diz que partido ainda decidirá se apoia impeachment

Dagoberto Nogueira, indicado na comissão aberta em 2015, não fará parte do grupo contra Dilma na Câmara desta vez

Mayara Bueno
Presidente do PDT, em MS, e deputado federal, Dagoberto Nogueira. (Foto: Arquivo)Presidente do PDT, em MS, e deputado federal, Dagoberto Nogueira. (Foto: Arquivo)

O PDT, até então aliado da presidente da República, Dilma Rousseff (PT), ainda avaliará o posicionamento sobre o processo de impeachment contra Dilma na Câmara dos Deputados. Nesta quinta-feira (17), as bancadas indicaram seus representantes para o colegiado.

Segundo presidente do partido em MS, o deputado federal Dagoberto Nogueira, o diretório nacional vai se reunir agora para definir qual será o direcionamento. “Eu vou esperar a decisão do partido. Temos que aguardar, não quero me antecipar”, afirma.

Ele, que foi indicado no primeiro processo de impeachment, aberto no fim de 2015, mas derrubado pela Justiça, não será indicado do partido, segundo disse o próprio. Pelo PDT, será indicado o deputado Flávio Nogueira e o líder da legenda Afonso Antunes da Mota.

Depois de as bancadas indicar seus representantes, ela passará pela votação em plenário, às 14 horas, se houver quórum, e na sexta-feira (18), o colegiado deve ser, de fato, criado, e o presidente e relator escolhido por eles.

Uma vez a comissão instalada, a presidente terá o prazo de 10 sessões na Câmara para se defender. Depois disso, a comissão terá 5 sessões para votar o relatório final e definir se o processo continua ou não, também submetendo-o ao plenário. Se aceito, o relatório segue para a análise do Senado, mas Dilma só será afastada se os senadores decidirem acatar o relatório.



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