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Campo Grande, Segunda-feira, 24 de Setembro de 2018

10/03/2017 12:42

Protestos são legítimos, mas mudança na previdência é necessária, diz Marun

Parlamentar avalia a paralisação dos professores no próximo dia 15

Leonardo Rocha
Carlos Marun comentou sobre as manifestações contra a reforma da previdência (Foto: Antonio Augusto / Câmara dos Deputados)Carlos Marun comentou sobre as manifestações contra a reforma da previdência (Foto: Antonio Augusto / Câmara dos Deputados)

O deputado federal Carlos Marun (PMDB), presidente da comissão da Reforma da Previdência, afirmou que a paralisação dos professores, marcada para o dia 15, trata-se de manifestação legítima, porém avalia que as mudanças neste setor são essenciais e necessárias, até para que possam existir aposentadorias no futuro.

"As manifestações merecem todo o nosso respeito, são atos legítimos e fazem parte da democracia, mas entendo que a reforma da previdência é necessária ao Brasil, não tem volta e temos que fazer a nossa parte", disse ele.

Marun ressalta que as pessoas precisam pensar na "situação do Brasil" e o déficit na previdência, além dos próprios direitos desta ou daquela categoria. "É legítimo defender os seus direitos, mas temos que participar deste debate, pensar no País como um todo", argumentou.

O peemedebista já adiantou que os temas "polêmicos" da reforma, seguem em debate na Câmara Federal, como a idade mínima de 65 anos, a contribuição de até 49 anos, a mesma idade de aposentadoria para homens e mulheres, assim como projetos especiais para militares, policias, bombeiros e trabalhadores rurais.

Paralisação - Os professores irão fazer uma paralisação nacional, no próximo dia 15 (quarta-feira), em protesto contra o atual projeto da reforma da previdência, enviado pelo presidente Michel Temer (PMDB), ao Congresso Nacional.

Em Mato Grosso do Sul, a Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul) divulgou nota informando que os servidores vão aderir a uma greve nacional, a partir deste dia, sem previsão para voltar às salas de aula. Professores das principais cidades do Estado, Campo Grande e Dourados, vão participar.



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