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Campo Grande, Sábado, 19 de Agosto de 2017

29/10/2013 17:25

Vereadores cogitam abrir CPI para apurar qualidade do transporte público

Kleber Clajus

Os vereadores de Campo Grande criticaram hoje a qualidade do serviço de transporte público no município e chegaram a cogitar até a abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar se o Consórcio Guaicurus tem cumprido as cláusulas do contrato de concessão.

“O serviço historicamente evoluiu muito pouco e não acompanhou o crescimento da população”, relata o vereador Eduardo Romero (PT do B), ao apontar a existência de 575 ônibus em circulação, o que representa um para cada 1,5 mil habitantes. Os terminais também seguiram essa tendência tendo o último, nas Moreninhas, sido implantado em 2001.

Ademar Vieira, o Coringa (PSD), foi mais longe ao desafiar o prefeito Alcides Bernal (PP) a constatar os problemas enfrentados por quem usa o serviço público no horário de pico, como ônibus lotados e ausência de infraestrutura adequada nos terminais. Ele também solicitou manutenção periódica nos 78 ônibus adaptados para o atendimento a deficientes, que apresentam constantes falhas mecânicas.

Para a vereadora Grazielle Machado (PR) há a necessidade de se investigar a fundo se as clausulas contratuais da concessão estão sendo cumpridas, uma vez que trata-se de um período de 20 anos. “Temos que tomar uma atitude mais drástica, quem sabe até abrir uma CPI”, sugeriu Grazielle.

Fiscalização – Bernal declarou hoje que a Prefeitura irá exercer “fiscalização rigorosa da qualidade do serviço”, além da reforma dos nove terminais de transbordo e construção de outros quatro.

Por outro lado, Romero questiona como a fiscalização será realizada, uma vez que a AGETRAN (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) possui “equipe com pouco menos de 60 agentes”, além de questionar se a Agereg (Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados) “vai conseguir fiscalizar e avaliar todos os contratos”. Ele também cobrou da Câmara uma explicação para o arquivamento da proposta de criação do Conselho Municipal de Transporte e Trânsito, pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

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Que coisa não, pra assinar esse contrato fraudulento às escuras todos apoiaram o ex prefeito, como pode um consórcio lixo desses vencer uma empresa do Paraná referência em transporte público no Brasil, tá mais que certo, o seu ex prefeito prometeu mais de 600 ônibus na frota, e vemos bem menos que o prometido, como sempre. CPI DO TRANSPORTE JÁ!
E também tem que haver nova licitação.
 
Junior Ferreira em 30/10/2013 09:38:18
porque esses vereadores nao abriram essas cpis quando o outro prefeito assinou o contrato com essa concessionaria ao apagar das luzes. deveriam mandar esses contratos para o mpe fiscalizar e apurar os responsáveis por esse contrato.
 
adrianne sabino em 29/10/2013 19:33:09
Culpado disso tudo, chama-se Nelsinho Trad. Foi ele que assinou o contrato com essa, porcaria de prestadora de serviço.
 
nilo papito em 29/10/2013 18:50:40
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