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Com etapa no Brasil, Liga Mundial de Surfe anuncia calendário de 2023

Brasileiro Filipe Toledo ficou com o título mundial deste ano, o primeiro de sua carreira

Horácio Oliveira | 21/09/2022 13:09
Filipe Toledo, depois de levar o título mundial em 2022. (Foto: Reprodução redes sociais)
Filipe Toledo, depois de levar o título mundial em 2022. (Foto: Reprodução redes sociais)

As apostas sportingbet para a temporada do surfe do ano que vem já têm data e local para começar. É que a WSL, a Liga Mundial de Surfe, divulgou as datas e os países que vão receber as etapas do campeonato mundial, com a elite do surfe mundial.

A expectativa pela retomada da competição, ao menos no Brasil, é enorme. O País ficou com o título mundial nesta temporada, com o paulista Filipe Toledo. Além dele, o país é representado pela "Brazilian Storm (Tempestade Brasileira)", com os melhores surfistas do planeta, como Gabriel Medina, Ítalo Ferreira, Adriano de Souza, o Mineirinho, Jadson André, e Miguel Pupo.

O campeonato Mundial do ano que vem será o principal caminho para os atletas do surfe buscarem uma vaga na próxima edição dos Jogos Olímpicos, em 2024, em Paris (França).   Vale lembrar que nos Jogos de Tóquio, no ano passado, quando a competição estreou no calendário olímpico, a medalha de ouro ficou com o brasileiro Ítalo Ferreira.

No comunicado divulgado à imprensa, a entidade máxima do surfe confirmou que a etapa brasileira, em Saquarema (Rio de Janeiro), está marcada para ser disputada entre 23 de junho e 1 de junho na Praia de Itaúna. Neste ano, o título da etapa, apelidada de Rio Pro, ficou com Filipe Toledo.

Este será o segundo ano com a nova estrutura proposta pela diretoria de circuitos e competições da WSL, com dez etapas e todas com as categorias masculina e feminina, o corte na elite no meio da temporada e o WSL Finals para decidir os títulos mundiais.

Uma novidade é que o Circuito Mundial será o principal caminho no sistema de qualificação olímpica para os melhores surfistas do mundo. O ranking final das dez etapas da temporada regular, começando em Pipeline e terminando no Taiti, vai indicar 18 das 48 vagas para os Jogos de Paris (10 homens e oito mulheres).

“Após o incrível momento e marcos históricos que atingimos em 2022, seguiremos construindo nossa plataforma global para progredir e elevar o surfe profissional em todo o mundo'', afirmou Erik Logan, diretor executivo da WSL.

Ele complementa dizendo que "testamos o novo formato do circuito pela primeira vez esse ano e vamos fortalecer ainda mais o esporte por meio do Circuito Mundial totalmente combinado no próximo ano, que também vai classificar os primeiros 18 surfistas para os Jogos Olímpicos de 2024”, afirmou.

O surfe brasileiro tem sido dominante nas últimas edições do Campeonato Mundial. O país soma seis conquistas no total. O primeiro título veio em 2014, com Gabriel Medina. No ano seguinte, foi a vez de Adriano de Souza. A partir de 2018, um domínio brasileiro: Gabriel Medina levou em 2018 e 2021. Ítalo Ferreira conquistou o mundial em 2019. Filipe Toledo levou em 2022. Em 2020 a competição não foi realizada por causa da pandemia.

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