A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Quinta-feira, 15 de Novembro de 2018

28/08/2014 08:32

O mercado brasileiro de controle de acesso

Por Marco Antônio Barbosa (*)

Historicamente, a sociedade sempre precisou utilizar o controle de acesso como ferramenta de segurança. Na era medieval, as pessoas eram obrigadas a apresentar-se nos portões das cidades antes de poder entrar. Dentro de castelos então, as exigências eram ainda mais rigorosas.

O acesso às cidades ficou mais simples com o passar dos anos, mas mesmo assim, por motivos de segurança, determinadas localidades continuaram a exigir tal controle. Durante a revolução industrial, prédios governamentais e indústrias passaram a exigir o mesmo nível de controle. E assim a história se repete até os dias atuais.

Hoje, além dos prédios governamentais e indústrias, o controle de acesso abrange também os condomínios empresariais e residenciais, hospitais, aeroportos e mais uma gigantesca quantidade de localidades. E para garantir esta segurança, a tecnologia passou a ser um grande aliado.

Controles automatizados, reconhecimentos biométricos, sistemas de controle de acesso baseados em cadastros pré-existentes e reconhecimento facial. Atualmente é possível saber se um indivíduo pode acessar determinado local em questão de segundos.

No Brasil, este mercado é ainda maior. Motivado pelo crescimento da economia nacional, pelos megaeventos esportivos e pela insegurança em geral nos setores públicos e privados, o controle de acesso tornou-se indispensável. E junto com esta mudança, algumas características dos equipamentos precisaram ser adaptadas às necessidades locais.

Um grande exemplo de adaptação acontece nos portões eletrônicos e nas cancelas. Enquanto na Europa, existe a preocupação com estes equipamentos para que o tempo de abertura e fechamento seja mais demorado, para evitar acidentes com pessoas ou avarias em veículos, no Brasil este tempo precisa ser mais curto, para que o acesso seja dentro rápido e evite situações de assaltos ou acessos indesejados.

Por estes motivos, a demanda do mercado nacional está em franco desenvolvimento e deve continuar assim, com crescimento previsto de 15% ao ano. Infelizmente os níveis atuais de insegurança em várias camadas do nosso país, sejam no âmbito residencial, comercial ou industrial, criam uma necessidade de defesa preventiva em relação ao indivíduo e sua família tanto quanto ao seu patrimônio.

A conclusão que podemos tirar desta reflexão é que infelizmente o Estado não consegue assegurar as condições de segurança à população, com índices de criminalidade em constante aumento, obrigando a sociedade a mobilizar-se em busca de soluções e, neste cenário, o controle de acesso é a ferramenta mais indicada.

(*) Marco Antônio Barbosa é especialista em segurança e diretor da CAME do Brasil. Possui mestrado em administração de empresas, MBA em finanças e diversas pós-graduações nas áreas de marketing e negócios.

Triste boa notícia
A leitura é um dos maiores prazeres da vida. Mergulhar fundo no mar de palavras de belezas naturais, que ficam maravilhosas quando juntadas com maest...
Fim do Ministério do Trabalho: avanço ou supressão de direitos?
Numa eleição marcada por antagonismos e forte polarização, todo ato do presidente eleito tem sido motivo de fortes críticas, com especial endosso e e...
Brasil — Vocação para o progresso
Nas comemorações dos 129 anos da Proclamação da República, reflitamos sobre o papel do Brasil no contexto mundial, que é também o de iluminar as cons...
Eu sou eu e...
A busca de orientação para nortear nossas vidas nos proporciona caminhos os mais variados. Na medida em que essa busca se realiza por meios que se ba...


imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions