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Cidades

Dourados sai do risco extremo para covid; Capital segue em bandeira vermelha

Mapa coloca as maiores cidades do Estado, inclusive a Capital, na bandeira vermelha

Por Marta Ferreira | 08/06/2021 12:45
Novo mapa do Prosseguir, que vale do dia 10 ao dia 23 de junho. (Foto: Divulgação)
Novo mapa do Prosseguir, que vale do dia 10 ao dia 23 de junho. (Foto: Divulgação)

A nova atualização do mapa de risco para o contágio da covid-19 em Mato Grosso do Sul tira Dourados da bandeira cinza, que indica o pior grau de perigo, segundo as regras do Prosseguir (Programa de Segurança da Saúde e da Economia). A cidade está em lockdown desde 30 de maio, até o dia 12 de junho, justamente por causa do agravamento da pandemia de covid-19.

Segundo o relatório do Prosseguir, Campo Grande segue em bandeira vermelha, assim como Três Lagoas, a terceira maior cidade em população, Corumbá, e Ponta Porã.

Dos 79 municípios, apenas 7 estão em bandeira amarela, a que mostra a situação menos perigosa para o contágio de covid-19. São eles Paranhos, Caracol, Rio Negro, Taquarussu e Novo Horizonte do Sul, Glória de Dourados e Paraíso das Águas.

Com essa classificação, que vale do dia 10 de junho até 23 de junho, as cidades podem adotar toque de recolher às 22h.

Os municípios com bandeira vermelha, tem orientação para touque de recolher às 21h, como está vigorando em Campo Grande, abrindo serviços essenciais e empresas enquadradas na classificação de baixo risco, desde que seguindo regras de biossegurança.

Em Dourados, que segue com medidas restritivas para conter a doença, a Guarda Municipal está abordando as pessoas na rua para orientar sobre quem pode circular.

Movimentação de veículos na Avenidas Marcelino Pires, em Dourados, onde Guarda Civil está abordando moristas e orientando sobre restrições de circulação. (Foto: Dourados Informa)
Movimentação de veículos na Avenidas Marcelino Pires, em Dourados, onde Guarda Civil está abordando moristas e orientando sobre restrições de circulação. (Foto: Dourados Informa)

Crise de UTIS – Embora o mapa não tenha municípios em risco extremo, Mato Grosso do Sul está em cenário de dificuldades por causa da falta de leitos de UTI.

Pacientes já foram transferidos para Rondônia e São Paulo, inclusive saídos de Campo Grande. Pelos menos duas pessoas transferidas não sobreviveram.



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