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Cidades

Em 60 dias devem começar primeiras cirurgias de transplante de medula de MS

O hospital está na fase de credenciamento e atualmente, todo paciente precisa viajar a outros estados para realizar o procedimento

Por Lucia Morel | 14/01/2021 20:28
O Hospital Cassems de Campo Grande lançou ontem o projeto, que começará realizando procedimentos do paciente para ele mesmo, e posteriormente, entre pacientes distintos. (Foto: Divulgação Cassems)
O Hospital Cassems de Campo Grande lançou ontem o projeto, que começará realizando procedimentos do paciente para ele mesmo, e posteriormente, entre pacientes distintos. (Foto: Divulgação Cassems)

O primeiro hospital a estar habilitado para transplante de medula óssea em Mato Grosso do Sul deve iniciar as atividades em 60 dias. O Hospital Cassems de Campo Grande lançou ontem o projeto, que começará realizando procedimentos do paciente para ele mesmo, e posteriormente, entre pacientes distintos.

“Planejamos realizar todos os tipos de transplante de medula óssea. Mas, para que isso seja possível, vamos seguir todas as etapas exigidas pelo Ministério da Saúde. Inicialmente, vamos realizar o transplante autólogo, quando o paciente doa para ele mesmo e, então, estaremos habilitados para o transplante alogênico, quando um doador doa para outro paciente que precisa, tendo ou não relação familiar”, disse a hematologista e especialista em transplante de medula óssea, Soraia Teixeira Romanini.

O hospital está na fase de credenciamento e atualmente, todo e qualquer paciente de Mato Grosso do Sul que precisa de transplante de medula, precisa viajar a outros estados.

Por isso, para Fabrício Colacino, médico oncologista e coordenador da Oncologia do Hospital Cassems Campo Grande, a implantação do serviço de transplante de medula óssea é histórica. “Com essa nova modalidade de atendimento, os pacientes que têm necessidade e muita dificuldade de receber o transplante fora do estado poderão realizar no hospital”, ressaltou.

O hospital, que já realiza transplante cardíaco, estrutura o credenciamento da nova modalidade de transplante, o que inclui o funcionamento de um banco de sangue na unidade, que suprirá a necessidade de componentes sanguíneos em toda a rede Cassems.

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