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Cidades

Governo do Estado revoga decreto de emergência por covid em MS

Decisão foi tomada após reunião do Comitê do Prosseguir (Programa de Saúde e Segurança da Economia)

Por Gabriel Neris | 23/05/2022 06:32
Profissional de saúde prepara dose de vacina contra a covid para aplicação. (Foto: PMCG)
Profissional de saúde prepara dose de vacina contra a covid para aplicação. (Foto: PMCG)

O governo de Mato Grosso do Sul decidiu revogar o status de emergência de saúde pública, que vigorava desde março de 2020 por conta da pandemia da covid-19. A decisão foi tomada após reunião do Comitê do Prosseguir (Programa de Saúde e Segurança da Economia) e publicada na edição desta segunda-feira do Diário Oficial do Estado.

O índice da população totalmente imunizada é de 77%, mas segundo Ana Carolina Ali Garcia, procuradora-geral do Estado e presidente do Prosseguir, o comitê continuará monitorando o coronavírus em todos os municípios.

“Os membros deliberaram pela revogação do fim da Emergência de Saúde Pública por conta da covid-19 no território sul-mato-grossense, tendo em vista o cenário epidemiológico, a cobertura vacinal, com disponibilidade de doses para a população, e a capacidade de assistência à saúde por parte do SUS (Sistema Único de Saúde). Assim, o colegiado orientou ao governador do Estado que a norma, editada em março de 2020 com medidas visando ao enfrentamento da doença, precisava ser retirada do ordenamento”, disse.

Dados recentes da SES (Secretaria Estadual de Saúde) apontam que os casos de covid voltaram a subir em Mato Grosso do Sul. Em uma semana, foram 1.314 novas confirmações da doença. Nesta semana, conforme os dados mais recentes, 23 pessoas estavam internadas, com nove em tratamento intensivo e respirando por aparelhos.

Em relação às mortes pela doença, a média por dia tem sido de uma, com sete na última semana e dez na semana passada.

“O Prosseguir continua com suas competências. A SES apresentará relatório semanal de monitoramento do vírus e incentivará a vacinação e a testagem e não haverá interrupção de nenhuma política pública de saúde”, acrescentou a presidente do Prosseguir.

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