Projeto-piloto do INSS oferece suporte em Libras presencial e remoto
Usuários podem agendar pelo aplicativo, telefone ou agência com apoio especializado
A Superintendência Regional do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) em Mato Grosso do Sul passou a oferecer atendimento em Libras para pessoas surdas em todo o país, com opção de agendamento pelo aplicativo Meu INSS, telefone 135 ou diretamente nas agências.
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O INSS em Mato Grosso do Sul passou a oferecer atendimento em Libras para pessoas surdas em todo o país, de forma presencial, remota ou virtual, com agendamento pelo aplicativo Meu INSS, pelo telefone 135 ou nas agências. Em Campo Grande, uma servidora atende presencialmente às quintas-feiras e por videoconferência. O serviço integra a Central de Atendimento em Libras e atende cerca de 10 milhões de brasileiros com deficiência auditiva, segundo o IBGE.
O serviço funciona de forma virtual, remota ou presencial, com apoio de servidores capacitados, e já atende usuários em Campo Grande, onde há disponibilidade semanal e por videoconferência.
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A iniciativa integra o projeto-piloto da CAL (Central de Atendimento em Libras), que busca ampliar o acesso da comunidade surda aos serviços previdenciários. Em Mato Grosso do Sul, o instituto mantém profissionais treinados e estrutura para atendimento especializado, tanto na Capital quanto em outras unidades do país.
Em Campo Grande, uma servidora realiza atendimento presencial às quintas-feiras. O serviço também ocorre por videoconferência, conforme agendamento prévio. A medida permite que o usuário escolha a forma mais adequada para receber orientação sobre benefícios, solicitações e consultas.
O atendimento virtual ocorre por meio do site ou aplicativo Meu INSS. Após login com CPF e senha do Gov.br, o usuário acessa a opção “Atendimento Virtual em Libras”, preenche os dados e agenda data e horário. O sistema envia um link por e-mail para acesso à sala de videoconferência no horário marcado.
Segundo o INSS, a modalidade atende exclusivamente pessoas surdas ou com deficiência auditiva, mediante apresentação de documento com foto. O serviço permite esclarecer dúvidas e orientar sobre processos, mas não autoriza envio de documentos, criação de senha ou emissão de extratos por segurança.
Além da opção online, o instituto mantém atendimento remoto dentro das agências, com videoconferência mediada por servidor fluente em Libras.
A ampliação do serviço ocorre no contexto de ações voltadas à inclusão e acessibilidade. Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que cerca de 5% da população brasileira tem algum grau de deficiência auditiva, o que representa mais de 10 milhões de pessoas.



