ACOMPANHE-NOS    
AGOSTO, QUINTA  11    CAMPO GRANDE 14º

Cidades

Mesmo com imunização, secretário de Saúde alerta para manutenção de cuidados

Geraldo Resende explica que é necessário vacinar pelo menos 80% da população para que haja tranquilidade quanto à covid

Por Nyelder Rodrigues | 30/12/2020 23:30
Secretário de Saúde de MS, Geraldo Resende (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)
Secretário de Saúde de MS, Geraldo Resende (Foto: Henrique Kawaminami/Arquivo)

Com o secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, sinalizando que a vacinação para conter a covid-19 no Brasil poderá começar em 20 de janeiro em projeção a curto prazo ou em 10 de fevereiro, a médio prazo, o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, afirma que o momento não é de relaxar cuidados.

Diante de números crescentes e incertezas no Governo Federal, o Governo do Estado também já preparou um 'plano B', com protocolo de intenções junto ao Instituto Butantan que pode resultar na compra, por contra própria, de 1,7 milhão de doses da vacina - o recurso, na casa dos R$ 100 milhões, já está separado em caixa.

"Precisaremos imunizar 80% da população para ficarmos mais tranquilos", frisa o chefe da SES (Secretaria de Estado de Saúde) ao falar sobre a manutenção dos cuidados e restrições que a pandemia trouxe à tona ainda durante os primeiros meses de 2021.

Além disso, ele se mostrou confiante, conforme nota publicada no site do Governo do Estado, que qualquer seja a vacina que entre em Mato Grosso do Sul, ela será segura. "Seja da Pfizer, da Moderna ou do Butantan, estamos totalmente preparados para receber a vacina mais segura", comenta o secretário Resende.

Segunda opção - O Governo do Estado encaminhou ao Instituto Butantan protocolo de intenção para compra de 1,7 milhão de doses da vacina Coronavac, produzida pelo em parceira com o laboratório Sinovac. As doses seriam suficientes para imunizar 850 mil pessoas, já que é feita em duas etapas.

A expectativa inicial é que o Governo Federal compre a vacina contra covid-19 de acordo com o PNI (Programa Nacional de Vacinação), via SUS. Caso não tenha nada concreto até o fim de janeiro, o 'plano B' entra em ação, com vacinação a partir de fevereiro.

Nos siga no Google Notícias