ACOMPANHE-NOS    
OUTUBRO, SEXTA  30    CAMPO GRANDE 23º

Cidades

Se pudessem, 56% dos participantes de enquete comprariam arma

Para uns, questão de sobrevivência, para outros, está longe de ser a solução para a segurança pública

Por Anahi Zurutuza | 21/09/2020 06:54
Campo Grande News - Conteúdo de Verdade

A semana que terminou rendeu uma cena bem inusitada em Campo Grande. Durante sessão remota na Assembleia Legislativa, o deputado João Henrique Catan (PL) entrou ao vivo "transmitindo" um assalto no bairro São Bento. O ladrão tentava levar Celta de um advogado, e foi contido.

Depois da "aventura", o parlamentar voltou a defender o direito de todo mundo andar armado. O Campo Grande News também quis saber. Se você pudesse, compraria uma arma? A maioria que participou da consulta, 56%, respondeu que sim.

“Tem que liberar o porte de uma vez pra nós”, opinou Adilson Alexandre Pereira em comentário no Facebook. Heleno Oliveira também compraria: “umas três”.

Para Antonio Brito é uma questão de sobrevivência. “Digo uma coisa você armado pode escolher se mata ou morre, desarmado só resta morrer ou ser subjugado. Antes que eu esqueça, nós nunca vamos ver uma pessoa armada sendo escravizada”.

Quem é contra o armamento também apresentou argumentos. “Arma não resolve problema de segurança pública”, afirma Crisely Kivian.

E tem quem esteja mais preocupado em botar comida na mesa. “Nunca se sabe a ora exata, para usar uma arma. Até os profissionais tem esse receio, que pode custar à própria vida. Se pudesse, eu compraria arroz e feijão para estoque. Porque mais tarde vai subir os preços. Além do mais, para que armas? Os PMs são rápidos para pegar bandidos, confio muito neles”, argumentou Leomar Lauro.

Marcelo Barbosa tem a mesma opinião. “Não aguenta nem comprar o básico pra casa, vai comprar arma de que jeito”.

Polícia rende assaltante depois de tentativa de roubo de carro no São Bento (Foto: Reprodução)
Polícia rende assaltante depois de tentativa de roubo de carro no São Bento (Foto: Reprodução)


Nos siga no Google Notícias
Regras de comentário