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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

18/02/2016 12:59

Alvo que dá nome a operação da PF contra narcotráfico segue foragido

Aline dos Santos e Luana Rodrigues
Delegados Cleo e Leonardo apresentaram balanço de ação. (Foto: Marcos Ermínio)Delegados Cleo e Leonardo apresentaram balanço de ação. (Foto: Marcos Ermínio)
Motocicletas e caminhonete foram apreendidas hoje em operação. (Foto: Marcos Ermínio) Motocicletas e caminhonete foram apreendidas hoje em operação. (Foto: Marcos Ermínio)

O “cowboy”, que dá nome à operação deflagrada hoje pela PF (Polícia Federal) contra o tráfico de drogas, segue foragido. A informação foi divulgada durante balanço sobre a ação que prendeu dez pessoas em Aquidauana e Campo Grande. Ao todo, três pessoas estão foragidas. O cowboy é um homem de 52 anos e "conhecido" em Aquidauna. Porém, não foi divulgado seu nome.

Dos presos na operação Cowboy, um é empresário de Campo Grande. Ele é apontado, na hierarquia da quadrilha, como um dos financiadores. Outros três presos já estavam atrás das grades. Eles foram flagrados há seis meses com drogas e, agora, tiveram prisão preventiva decretada por associação criminosa. Os mandados foram expedidos pela Justiça de Aquidauana. Ao todo, cinco prisões foram na Capital.

A ação cumpriu seis mandados de busca e apreensão. Foram aprendidos documentos e três veículos: uma caminhonete Hilux, uma moto Falcon e uma motocicleta Bandit. Durante a investigação, iniciada em julho do ano passado, foi aprendido 1,2 tonelada de maconha. A polícia não divulgou dados da movimentação financeira. Mas um quilo de maconha é avaliado em R$ 500.

A quadrilha buscava a droga em Bela Vista, abastecia Aquidauana, alguns pontos de Campo Grande e ainda vendia para Estados da região Norte, como Rondônia. No trajeto de Bela Vista a Aquidauana, a droga era transportada por estradas vicinais e sem cobertura. Nas rodovias federais, havia maior preocupação em ocultar a carga.

De acordo com o delegado Leonardo Nogueira Rafaini, da Delegacia de Repressão a Entorpecentes, a operação tem grande impacto porque a quadrilha movimentava enorme quantidade de droga em uma pequena cidade. “E ainda era organizada ao ponto de fazer o comércio para Capital e outros Estados”, afirma.

Segundo o delegado regional de Combate ao Crime Organizado, Cleo Matusiak Mazzotti, essa foi a a primeira fase da açõ. No desdobramento, mais pessoas serão investigadas, além do patrimônio da organização. “Foi desbancando hoje uma das principais organizações do tráfico”, diz.



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