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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

02/05/2013 12:43

Apesar de aumento de 220% no número de acidentes, não houve mortes nas BRs

Luciana Brazil
Acidente em rodovia estadual causou morte, mas não foi contabilizada porque ocorreu no hospital (Foto:Arquivo)Acidente em rodovia estadual causou morte, mas não foi contabilizada porque ocorreu no hospital (Foto:Arquivo)

Em 2013, o número de acidentes nas estradas federais do Estado, no feriado do Dia do Trabalho, teve aumento de 220%, em relação a mesma data do ano passado. Neste ano, foram registrados 16 acidentes com 11 feridos. Em 2012, foram cinco acidentes e um ferido, no dia 1° de maio. Apesar do aumento do número de acidentes em 2013, não houve morte nas estradas, já no ano anterior, a PRF registrou uma vítima fatal.

O inspetor da PRF, Tércio Baggio, lembra que o feriado do trabalhador no ano passado, foi na sexta-feira, no início do final de semana, o que aumentou o movimento nas estradas. Portanto, foram 34 acidentes, no período entre sexta-feira e domingo, cinco deles no dia 1° de maio.

“O calendário de feriados nem sempre é uma constante. Depende muito da data que cai”, explicou Baggio.
Ultrapassagens indevidas, excesso de velocidade e falta de atenção são os principais causadores de acidentes, segundo ele. “Isso não muda, são sempre os mesmos problemas”.

PRE: Nas rodovias estaduais o aumento no número de acidentes, neste ano, no dia 1° de maio, foi de 100%, com uma morte, registrada na BR-267. No ano passado não houve ocorrências nas estradas estaduais, e em 2013, foram seis acidentes, no período das 8 horas da manhã, de quarta-feira, às 8 horas de hoje.

Uma mulher morreu na tarde de ontem, na estrada vicinal do Polaco, na zona rural de Maracaju, depois do veículo em que ela estava capotar. Outras três pessoas, sendo duas mulheres e um homem, estavam no carro de marca Renault Sandero e ficaram feridas.

Dois boletins de Ocorrência referentes a condutores alcoolizados também foram feitos pela PRE.

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É preciso alterar o Código de Trânsito Brasileiro com a máxima urgência. Por exmplo: atualmente qualquer um, no instante seguinte que obtiver sua Permissão para Dirigir (PD), após ter tido aulas práticas e ser examinado em uma motocicleta de 125 cilindradas, pode subir em uma moto de 2.300 cilindradas e pegar a rodovia e riscar o Brasil de Norte a Sul, de Leste a Oeste, tudo legalmente. Da mesma forma, uma pessoa recém habilitada para conduzir veículos de quatro rodas, também pode pegar um veículo de 600 cavalos e fazer o mesmo trajeto exemplificado acima, sem a menor experiência. Entendo que o condutor somente deve viajar após três anos de CNH; quanto às motos: CNH categorias: A até 150cc, B até 250cc, C até 800cc e D acima de 1000cc
POR FAVOR! PUBLIQUEM...
 
Adilson Neruda em 03/05/2013 00:09:29
ai está o erro dos governantes, quanto os resultados das leis criadas por eles, qual foi o resultado da lei seca; nenhum, foi feita para reduzir o índice de acidente no transito, ao contrário aumentou, então esse método não é o remédio, a questão no trânsito brasileiro é educacional. o governo aplica o remédio, mais não avalia o resultado do tratamento.
 
jose silva dos santos em 02/05/2013 22:33:04
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