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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

25/01/2012 16:00

Após denúncia de corrupção, Conselho manda transferir promotor

Nadyenka Castro

O promotor de Justiça José Arturo Iunes Bobadilla Garcia, lotado em Corumbá, foi denunciado por dois crimes. Diante disso, em 2009, o Ministério Público Estadual encaminhou ao Conselho Nacional do Ministério Público pedido de remoção compulsória. Em dezembro, os conselheiros determinaram a remoção e agora, o advogado dele, André Borges, irá recorrer da decisão

O Conselho Nacional do Ministério Público determinou a remoção compulsória de comarca do promotor de Justiça José Arturo Iunes Bobadilla Garcia, lotado em Corumbá, município que fica a 419 quilômetros de Campo Grande. Agora, o advogado dele, André Borges, irá recorrer da decisão.

O processo administrativo contra o promotor tramita no Conselho desde 2009, a pedido do procurador-geral do MPE (Ministério Público Estadual) na época, Miguel Vieira da Silva. Em dezembro do ano passado, os conselheiros determinaram a remoção.

A conduta do promotor José Arturo Iunes começou a ser analisada após o MPE receber denúncias de que ele teria praticado dois crimes entre os anos de 2006 e 2007. Um deles, de corrupção passiva.

Houve denúncia dos crimes à Justiça, que, segundo o advogado André Borges, foram rejeitadas, não resultando em processo.

Mesmo a Justiça não tendo acatado a acusação, o caso foi para o Conselho Nacional do Ministério Público e, em dezembro, os conselheiros votaram pela remoção compulsória. Na decisão, o Conselho diz que houve “Fatos graves nas relações profissionais e sociais, devidamente caracterizados e objetivamente apurados”.

Diante da decisão, José Arturo Iunes terá que deixar a comarca de Corumbá e ir para Coxim. Para o advogado do promotor, a determinação é “extremamente injusta e ilegal”. “As duas denúncias foram rejeitas pela Justiça”, diz André Borges.

O advogado explica que agora irá recorrer da decisão no próprio Conselho e se a mesma for mantida irá ingressar com recurso no STF (Supremo Tribunal Federal).

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É Preciso passar urgente o Judiciário a limpo com certeza esse não é o unico caso no judiciário do MS e realmente se cometeu dois crimes e a unica punição é a transferencia de comarca é sinal de cheiro de Pizza no ar
 
Antonio Mario em 26/01/2012 08:45:25
Eu sou uma das vítimas desse homem, ele mandou extorquir meu dinheiro. PRISAO para esse bandido é muito pouco. Eu sofro até hoje por culpa dele, tomo mais de 20 remédios por dia, ele ACABOU com minha vida, fui preso INOCENTE e ele tentou extorquir dinheiro meu, e da minha esposa, pedindo uma certa quantia para eu nao ser preso.. Eu jamais aceitei e denunciei ele logo em seguida. ELE TEM QUE PAGAR.
 
José Firmino em 26/01/2012 08:11:47
Gente não foi provado nada contra o promotor,então não vejo o porque da transferencia,mas esse é o preço por ser corumbaense,é culpado até que se prove o contrário...
 
arivaldo paiva em 26/01/2012 01:53:50
qdo que esse conselho chega a cgrande?
 
aparecida rocha em 25/01/2012 11:02:13
Glória, você foi muito feliz sintetizando nossa realidade. Mais comentários sera desnecessário.
 
José Inácio em 25/01/2012 08:37:04
se fosse um vivente qualquer estaria na cadeia mas como é promotor de justiça... que justiça?
 
jose feliciano em 25/01/2012 07:27:02
Não entendi; comete dois crimes e simplismente é transferido de comarca? Só no Brasil o crime compensa, um país tão lindo, cheio ratazanas e rapozas para nos envergonhar.
 
gloria aparecida em 25/01/2012 06:55:20
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