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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

18/09/2009 15:27

Após denúncias, Decon instaura inquérito sobre a Casting

Redação

Após denúncias de pais, a Decon (Delegacia do Consumidor) abriu ontem (17) inquérito para investigar a agência de modelos Casting Models, em Campo Grande. O proprietário do estabelecimento, Edson Ravaglia, foi preso por estelionato em Dourados, município que fica a 230 quilômetros de Campo Grande, em agosto deste ano, após denúncias de que estaria fazendo seleção de crianças e adolescentes para atuarem na novela Malhação, da Rede Globo.

Depois do escândalo que envolveu o proprietário, a mãe de uma menina de nove anos, que participou da seleção de Ravaglia na Capital, procurou a Delegacia para registrar, no dia 14 deste mês, boletim de ocorrência contra ele.

Segundo informado pela mãe, cujo nome será preservado, ela pagou ao produtor R$ 1.500,00 por uma viagem a São Paulo, onde a menina seria submetida a um teste para atuar em novelas da Rede Globo.

Como na data da viagem a família teve um imprevisto, a mãe quis reaver o dinheiro junto à agência. Mas, o dono da Casting ofereceu em troca um book, ao invés do dinheiro, alegando que era isso o que previa o contrato.

Por este motivo, a mãe procurou a Decon e registrou a queixa. Na Delegacia, a informação é que esta é a segunda denúncia contra Ravaglia. Entretanto, não foram divulgadas informações sobre a denúncia feita anteriormente.

Caso - A prisão do dono da Casting em Dourados, ocorrida em agosto deste ano, trouxe à tona o esquema de estelionato em que o empresário estava envolvido.

Na cidade, pais procuraram a promotoria de Justiça da Infância e Juventude porque Ravaglia fazia seleção de jovens para atuarem na novela Malhação, em nome da Rede Globo.

Ao entrar em contato com a emissora, os pais foram informados de que a Casting não possuía nenhuma parceria com a televisão.

Questionado acerca do caso, Ravaglia afirmou que fazia a seleção com as agências MFaces, de São Paulo, e Elenco 5, do Rio de Janeiro.

Entretanto, a proprietária desta última, Maria Cláudia Gonçalves Pires, conhecida no meio como Cacau Pires, garante que nunca trabalhou com a empresa de Campo Grande.

Ela contou ao Campo Grande News que percebeu ter sido envolvida no golpe depois que vitimas entraram em contato com sua agência, para confirmar a veracidade da seleção feita por Ravaglia.

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