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Economia

Famílias de baixa renda começam a receber desconto na conta de luz

Benefício vale para inscritos no CadÚnico com consumo mensal de até 120 kWh

Por Gustavo Bonotto | 01/01/2026 20:25
Famílias de baixa renda começam a receber desconto na conta de luz
Lâmpadas acesas em residência. (Foto: Arquivo/Campo Grande News)

Famílias de baixa renda começaram a receber desconto na conta de energia elétrica a partir desta quinta-feira (1º). O benefício atende inscritos no CadÚnico (Cadastro Único) com renda mensal entre meio e um salário mínimo por pessoa. A regra também exige consumo mensal de até 120 quilowatts-hora.

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Famílias de baixa renda inscritas no CadÚnico, com renda mensal entre meio e um salário mínimo por pessoa, começaram a receber desconto na conta de energia elétrica. O benefício, que varia entre 9% e 18% sobre o valor total da fatura, exige consumo mensal de até 120 quilowatts-hora.O programa complementa a tarifa social de energia elétrica, que atende famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa. As duas políticas beneficiam aproximadamente 60 milhões de brasileiros, sendo necessária a manutenção do cadastro atualizado no CadÚnico para receber o desconto.

O governo federal estima que cerca de quatro milhões de famílias tenham direito ao abatimento. O desconto varia entre 9% e 18% sobre o valor total da fatura. O percentual muda conforme a região do país.

As distribuidoras de energia ficaram responsáveis por identificar os beneficiários. O desconto aparece automaticamente na conta de luz para quem mantém o cadastro atualizado. A expectativa é que as próximas faturas já tragam o valor reduzido.

O novo desconto atende famílias que não se enquadraram na tarifa social de energia elétrica. Essa política entrou em vigor em julho do ano passado. O objetivo é ampliar o alcance do benefício.

A tarifa social segue válida para famílias com renda de até meio salário mínimo por pessoa. Nesse caso, quem consome até 80 quilowatts-hora continua com isenção total da conta. O governo estima atendimento a 17 milhões de famílias nessa faixa.

Somadas, as políticas alcançam cerca de 60 milhões de pessoas no país. O governo orienta manter os dados atualizados no CadÚnico. A atualização ocorre nos centros de assistência social dos municípios.