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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

02/02/2009 21:22

Assassino de ex-mulher de deputado é condenado a 19 anos

Redação

Réu confesso do assassinato da bioquímica Ana Lúcia Mendes, o mestre-de-obras Jair Cantazini da Silva, de 55 anos, foi condenado nesta segunda-feira a 19 anos de prisão. Ele havia sido preso no dia 3 de abril de 2007, mas só hoje foi julgado por um júri popular.

A sentença foi anunciada pela juíza Daniela Vieira Tardin, de Ivinhema, às 19h15, após seis horas e 15 minutos de julgamento. Depois da sentença, Silva foi levado para a Penitenciária Harry Amorin Costa.

Vestindo camisetas brancas com fotos de Ana Lúcia, alunos, professores, amigos e familiares acompanharam o julgamento.

A bioquímica era ex-mulher do deputado federal Waldemir Moka (PMDB). Eles estavam separados há 17 anos. Os dois têm uma filha de 22 anos.

Ana Lúcia Mendes foi encontrada morta no dia 1º de abril de 2007. O corpo estava em uma casa localizada no corredor 4 da sitióca Alvorada, em Dourados. Ela estava caída com ferimentos de golpes de facão no pescoço, nuca, testa e queixo.

Silva morou com Ana Lúcia durante sete anos. Em depoimento, ele chegou a afirmar, conforme o site Dourados Agora, que matou a ex-companheira porque "perdeu a cabeça" ao levar um tapa dela durante uma discussão.

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