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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

29/04/2013 19:29

Depois de Expogrande e Igrejinha, juiz proíbe eventos no Sírio Libanês

Nícholas Vasconcelos

Liminar concedida pelo juiz Amaury da Silva Kuklinski, da Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande, determinou a suspensão de todos os eventos musicais no Clube Sírio Libanês sobe pena de multa de R$ 10 mil por cada atividade realizada.

O pedido partiu da 42ª Promotoria do Meio Ambiente da Capital, que alega que os eventos e atividades recreativas do clube na rua Dom Aquino causam dano ao meio ambiente e aos vizinhos pela falta de isolamento acústico necessário. Este argumento também resultou na suspensão dos shows na Expogrande, em 2011, e a interdição do barracão da escola de samba Igrejinha no ano passado.

A ação pede ainda que a Prefeitura de Campo Grande responda como responsável pela poluição sonora, já que não cumpriu o dever de fiscalização, apesar de terem sido apontadas irregularidades no funcionamento do clube.

Dentre as irregularidades apontadas pelo MPE (Ministério Público Estadual), estão a realização de atividades sem a obtenção prévia de licenças ambientais pertinentes, contrariando as normas legais e regulamentares, causando poluição sonora e perturbação da tranquilidade e da ordem.

O MP pediu ainda que todas atividades sejam suspensas até a instalação de isolamento e a condenação dos réus em danos morais coletivos, assim como a Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano) se abstenha de fornecer as licenças até que o clube demonstre ter resolvido os problemas.

Segundo a decisão do juiz Kuklinski , o Sírio Libanês tem 30 dias para apresentar todas as licenças, alvarás e documentações necessárias. Também foi encaminhado ofício ao Município e outros órgãos públicos requisitados a realização de fiscalização no Clube Libanês com envio de relatório informando ao Judiciário acerca do cumprimento ou não da liminar concedida.

A reportagem  entrou em contato com os advogados que representam o clube, mas não obteve retorno.

 



Ué.. dois pesos e duas medidas? O magistrado não usa o mesmo pau que mate em Chico (nãoo Maia), pra bater no Francisco?
 
Gilson Giordano em 30/04/2013 10:40:00
Espero que a fiscalização vá até as igrejas católicas e evangélicas.
 
Joaquim Seabra em 30/04/2013 10:30:58
concordo com o MP. o direito de um retardado de ouvir essa porcaria de funk ou funknejo, termina quando começa o direito de uma pessoa decente descançar, ter tranquilidade em sua casa. sem uns baderneiros gritando feito louco e dando cavalinho de pau nas ruas ou explodindo suas titans 125 cc. sem flar nas piriguetinhas sem noção arrebitando a bunda e se achando o maximo. mas na verdade é que no brasil o pior é melhor. essa é uma geração desperdiçada, perdida e sem retorno.
 
nelson teixeira em 30/04/2013 10:04:12
Ninguém quer acabar com eventos culturais, mas o respeito à vizinhança deve ser mantido. Basta o local fazer os ajustes necessários. A uma quadra da minha casa tem um bar, com apresentação de bandas toda semana, e não ouço nada, por conta do bom isolamento acústico. Se o clube quer lucro, deve fazer investimentos para respeitar a lei e a sua vizinhança. O próprio usuário do local deveria se importar com isso (afinal você paga, melhorias devem ser feitas), e não achar que querem apenas tolher o seu direito de se divertir.
 
Ana Micheleti em 30/04/2013 09:52:50
O MPE tem que ver porque esta se abrindo tanta igreja sem critérios nenhum, é puro comércio. Tem pastor que está entre os mais ricos do mundo. Porque um pastor quer ser tão rico? Não é a igreja que é rica é uma pessoa só e os seguidores nem percebem isso, continuam mais pobres. Tem que se adequar ao ambiente, afinal Campo Grande cresceu e muita gente ainda não deu conta disso.
 
Antonio Reis em 30/04/2013 09:50:25
Parabéns ! É assim que o lazer das pessoas normais que gostam de se divertir vai para o brejo nesta cidadezinha!
 
Sérgio Leite em 30/04/2013 09:36:35
Então tah!!! vamos fazer o seguinte: vamos proibir eventos na associação dos magistrados na no bairro jardim montevideo, na saida pra cuiabá, pois me incomoda!! pois quando tem festa la, começa as 22 e vai ate as 04 da manha, sem contar que as vezes tem churrasco e ninguém fala pomba nenhuma. porque o bairro e de pobre?? ou pobre pode ser incomodado?? quero ver sair uma liminar pedindo revestimento acustico para o Radio Clube Campo, para o Clube Estoril, para a Uniao dos Sargentos para a Associação do ministerio publico e para a Associação dos Magistrados.

to esperando!!
 
marcio barbosa em 30/04/2013 09:31:02
Para as pessoas que reclamam e dizem que em Campo Grande nada pode, não tem diversão, faço uma sugestão. Mudem para as casas ao lado dos eventos, ao lado do barulho, já que vocês não se importam. Como disse na reportagem: precisa de revestimento acústico, estrutura adequada, licença para funcionamento, e nada disso tem. Os empresários só querem lucrar, se fizessem uma estrutura decente não teriam problemas. Isso é para segurança de todos e respeito ao vizinhos. Não adianta nada ser cidade grande com cabeça de interior como o povo dessa cidade. Não tem estrutura, não tem que funcionar mesmo.
 
Rafael Santos em 30/04/2013 09:19:30
Estranho como as pessoas associam diversão com barulho e incômodo.
E o respeito ao próximo e ao meio ambiente?
Certíssima a decisão. Infelizmente algumas vezes não a lei não é cumprida em razão de políticos corruptos, como ocorreu na exposição, pois os vereradores excluiram a área da lei do silêncio. 2 pesos e 2 medidas e muita grana no bolso dos safados.
 
ricardo rodrigues em 30/04/2013 09:12:14
Acho injusto esse comportamento da Promotoria do Meio Ambiente, Campo Grande tem falta de ambientes culturais, isso tira o direito da população de ter lazer em locais próximo de suas residências. Deveria ter apoio do governo, isso ajudaria a ter uma identidade cultural em alguns bairros e assim crianças/adolescentes não estariam sujeitos a ter que deslocar e ter o risco de ser agredido.
 
Roberto Santos em 29/04/2013 23:32:39
Graças a Deus o Ministério Público tem agido com prontidão e coibido essa barulheira que assolava Campo Grande nas últimas décadas. Parabéns, é isso ai! Para se divertir não é preciso atormentar os vizinhos! A liberdade de querer ouvir música acaba onde começa o do outro em não querer ouvir!
 
Gustavo Ribeiro em 29/04/2013 22:49:18
Tudo sempre pra acabar com a diversão do povo. Lazer, cultura e diversão não existem mais em Campo Grande. É só igreja que resta pra população.
 
Rodrigo Valle da Costa em 29/04/2013 22:29:58
Tem uma musica que diz "quem não gosta de samba , bom sujeito não é, é ruim da cabeça ou doente do pé" será o caso do senhor , SR juiz? Musica faz bem para a alma, p/ coração , traz alegria, boas lembranças , recordaçoes em fim é um remédio infalivel.
 
helena da costa andrade em 29/04/2013 21:39:20
onde sera que as pessoas podera se divertir no futuro
tudo é proibido, sera que vai ter toque de recolher...
 
edilson queiroz em 29/04/2013 20:43:23
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