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Campo Grande, Quarta-feira, 15 de Agosto de 2018

24/09/2015 16:24

"Filtro" para tirar apadrinhados deve atrasar armamento de Guarda

Michel Faustino
Conforme secretário, o processo deve ser concluído até o fim do ano. (Foto: Arquivo)Conforme secretário, o processo deve ser concluído até o fim do ano. (Foto: Arquivo)

O secretário Municipal de Segurança Pública Luidson Noleto admitiu que o processo de armamento de 200 agentes da Guarda Civil Municipal deve atrasar pelo fato de terem sido encontrados vícios de pessoalidade na seleção. Conforme Noleto, todo o processo será revisado e se for comprovado apadrinhamento os “beneficiados” serão desligados e haverá uma nova convocação. A previsão era de que os grupo armado da Guarda Municipal estaria pronto para atuar a partir de outubro desse ano.

O secretário ressalta que a meta é não deixar que esse processo atrase e seja concluso até o fim do ano. Em paralelo, Noleto afirma que programas de capacitação devem ser intensificados para garantir a qualificação do agente.

“Pretendemos entregar para a população um profissional de segurança pública minimamente qualificado para ter essa atuação e melhorar isso com programas de capacitação. Queremos construir um arquétipo de um profissional de segurança pública que saiba se portar e saiba o seu papel.

Além disso, Noleto lembra que os agentes devem passar por uma seleção rigorosa de investigação psicossocial, que inclui levantamento dos antecedentes criminais, para só então serem declarados aptos para participar do curso a ser ministrado pelo CFAP (Centro de Aperfeiçoamento de Praças da PM),.

O treinamento vai custar em torno de R$ 200 mil, recurso obtido junto à Secretaria Nacional de Segurança Pública. Parte do valor, R$ 160 mil, será gasto com 70 mil munições usadas no curso e o restante, R$ 40 mil, para o pagamento dos instrutores. Cada guarda vai fazer pelo menos 320 disparos.



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