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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

22/07/2013 10:57

“Não estava nem sujo”, diz homem que sofreu racismo em restaurante

Aline dos Santos
Daniel não conseguiu comprar garrafinha de água e foi orientado a ir a local que vende baratinho (Foto: Marcos Ermínio)Daniel não conseguiu comprar garrafinha de água e foi orientado a ir a local que vende "baratinho" (Foto: Marcos Ermínio)

“Não estava nem sujo”. A ressalva é logo feita, no início da entrevista ao Campo Grande News, pelo gesseiro Daniel dos Santos Araújo, 45 anos, que no sábado foi impedido de comprar água em um restaurante de luxo na rua Antônio Maria Coelho, em Campo Grande. Negro, ele foi orientado pelo garçom a procurar um posto de combustível a 150 metros, que vendia água “baratinho”. 

Horas depois, um homem branco, sobrinho da vítima, comprou a garrafinha no mesmo restaurante por R$ 3,30. O trabalhador conta que pagou R$ 5,00 no posto, mas o valor incluiu a água e um refrigerante de 600 ml. 

A situação, que em termos para punição foi enquadrada no artigo 8 da Lei 7.716, que define crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor, representou a gota d’água para Daniel Araújo, que decidiu, pela primeira vez, denunciar à Polícia o preconceito pela cor da pele.

No sábado, dia 20 de julho, o gesseiro estava trabalhando em um local próximo ao restaurante Indez. Por volta das 11h, com sede, decidiu comprar água e, por questão de comodidade, rumou para o ponto de comércio mais próximo. Na entrada do restaurante, para se certificar, perguntou a um dos dois casais que estavam na calçada se ali vendia água. Com a resposta positiva, se dirigiu ao garçom, de cor morena clara.

“Pedi a água, mesmo sem perguntar o preço, o garçom já falou que era R$ 3,50. Depois, ele disse que não vendiam água no restaurante e sugeriu que eu fosse a um posto no cruzamento da Espírito Santo com a Mato Grosso. O garçom disse que lá era baratinho e pertinho”, relata.

Daniel, então, caminhou mais 150 metros e foi ao posto. No caixa, comentou com a atendente que não tinha conseguido comprar água no restaurante. “Ela disse: ‘moço, isso é discriminação’”, afirma. No retorno, ao passar em frente do restaurante, ele relata que o mesmo garçom estava em frente da porta e com os braços cruzados.

Chateado com a situação, Daniel ligou para o 190, onde recebeu a sugestão de pedir que uma pessoa branca tentasse comprar a mesma garrafa de água. A missão foi cumprida por um sobrinho (branco) da vítima de discriminação, que comprou a água por R$ 3,30 e sem problemas.

“Ele pediu a nota fiscal, mas o garçom disse que a máquina estava estragada. Ele deu um papel com o nome do restaurante e o valor de R$ 3,30”. Daniel relata que a negativa de venda para ele foi testemunhada por um homem mais velho que estava atrás do balcão. “Deduzi que era o dono”, diz.

Por vezes, na entrevista, Daniel repetiu que não estava sujo e trajava roupas normais. “Se fosse um cara que chegasse de carrão, mesmo sendo negro, e tivesse a baixado a janela, ele [garçom] ia sair e me dar água”.

A denúncia de racismo foi feita na Depac Centro(Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário). Pai de um casal de filhos, o trabalhador deveria ter chegado em casa, no Paulo Coelho Machado, às 13h. No sábado, por decidir não se calar, acabou chegando seis horas depois.

O Boletim de Ocorrência foi por discriminação em “impedir acesso ou recusar atendimento em restaurantes, bares, confeitarias ou locais semelhantes aberto ao público”. De acordo com a lei, a punição vai de um a três anos de prisão.

Titular da 1ª Delegacia de Polícia Civil, Wellington Oliveira lembra que em casos de flagrante, racismo é crime inafiançável. De acordo com ele, o caso será investigados e as pessoas serão chamadas a prestarem depoimento.

A reportagem ligou para o restaurante Indez. Uma funcionária disse que o local não funciona de segunda-feira e só à tarde será possível falar com o proprietário.

Conforme dados disponíveis no site da Sejusp (Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública), entre 2009 e hoje, foi registrada somente uma denúncia por crime de racismo, ocorrida em janeiro de 2011. E o caso ainda foi registrado no interior do Estado. 

Oficialmente, Campo Grande não contabiliza um caso de racismo nos últimos quatro anos, conforme o setor de estatística da Secretaria de Justiça e Segurança Pública. 

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Eu acho que o fim da picada são pessoas brancas defendendo racismo contra negros sendo os próprios (negros) as pessoas mais racistas do país!
Existem inúmeros casos de racismo contra brancos, principalmente na Bahia onde a maioria das pessoas são negras E NINGUÉM FALA NADA!
Já conheci parentes que colocaram filhos na escola e eram ameaçados na saída por serem os únicos brancos da escola.
Denúncia de racismo, para quê, contra branco nada é considerado racista.
Falta é vergonha na cara do povo e parar com essas frescuras!
 
Marcelo Emanoel em 15/01/2014 23:40:39
Se trata de um caso de discriminação, não é preconceito, o termo correto é DISCRIMINAÇÃO, parte social, parte racial, os dois. É ridículo que ainda ocorra essas coisas, humanidade parece que não consegue evoluir.
 
João Luiz Roussenq Leite em 10/10/2013 12:05:35
Sra Eliane e seu preconceito é invertido, típico de quem tem pouco a reconhecer sobre discriminação, devido ao fato da provável e aventada"abastada" linhagem, cuja frequência no referido restaurante é sabido pela frequência da elite, mas que deveria se envergonhar do acontecido. Quem frequenta defende, pq sera?
 
Adriano Magalhães em 23/07/2013 10:01:49
Vcs de família abastada, continuem defendendo o restaurante e tapando o real acontecido. Advogados de ricos restaurantes, vão aparecer muitos. Mas não vão calar a verdade nem o que aconteceu ou o que sofreu a vítima. Tentam até transformar em réu por calúnia. Faça me o favor, o feudo burguês de onde vieram não existe mais. Hoje o cidadão aviltado merece e tem a lei ao seu lado.
 
Adriano Magalhães em 23/07/2013 09:10:56
A impressão que me passa é que houve sim o preconceito - mais social do que racial - mas houve!
Por mais que as pessoas queiram tapar o sol com a peneira, infelizmente o preconceito existe sim! Já senti isso na pele, e olhe que nem sou negra!
Uma vez, quando eu trabalhava em uma empresa como atendente, uma mulher que estava inconformada porque sua solicitação dependia de uma lei que só entraria em vigor dali a 30 dias (eu havia recebido uma solicitação por escrito e estava preparando o processo para análise da diretoria, que tentaria atendê-la), passou a ofender-me, e em determinado ponto disse, aos berros: "Não sei porque é que essa empresa contrata esses bugres para o atendimento!". Dezenas de pessoas estavam lá, viram o que aconteceu, como aconteceu, e acharam "normal". É triste!
 
Meriele Oliveira Pereira em 23/07/2013 08:50:33
Defendam o indefensável, o cara foi sacaneado e ainda aparecem os defensores do absurdo. Não foi fato consumado? Só ainda não foi julgado. e esse é o problema do Brasil. O malandro responde em liberdade pelo absurdo que comete. Desde o homicida até o racista. Passando pelos dos menores criminosos, ops, infratores.Se o garçom quisesse mesmo ajudar, teria ajudado na sequência, e estaria minando seu próprio emprego no estabelecimento que paga seu salário com compras que ali fazem, ou deveria poder fazer qualquer pessoa. Só não vieram ainda aqui, pessoas dizendo diretamente (mas indiretamente sim), que a vítima está querendo se aproveitar, mas nas entrelinhas, os defensores do restaurante estão pondo a prova o acontecido e aquilo que o sr sentiu ao não ser atendido como qualquer pessoa deveria ser
 
Adriano Magalhães em 23/07/2013 07:51:13
Hoje aos 56 anos, membro fundador do GRUPO ACABA, nascido e criado em Campo Grande, filho e neto de negros, sou moreno claro por que meu pai era branco, tenho vergonha de saber que ainda possa existir entre os seres humanos esse tipo de discriminação, pois sabemos que a moral e o caráter de uma pessoa não esta alojado na sua pele, na sua tez, fica aqui o meu sentimento com relação a essas pessoas pobres e doentes, insanas mesmo é o correto, tomara que quando chegarmos ao juízo final tenhamos em nossa frente a imagem de um DEUS Negro ! Que honra por nossos pecados... o ser humano é cada dia mais pobre de espirito, que dirá da Alma ! Tem que existir uma forca coercitiva nesses casos, não pode ficar impune ! O comerciante e seu estabelecimento tem que ser penalizado no rigor da Lei ! Já !
 
vandir nunes barreto em 22/07/2013 22:24:21
Poucas vezes li tanta impropriedade.
Já estive eu e minha família diversas vezes no Indez, onde sempre tivemos um excelente atendimento, com educação e profissionalismo.
Parece que voltamos à inquisição da idade média, ou, talvez, estejamos tentando reviver o nazismo. Não é senhor Fernando Silva, senhor Hever Bandeira Lemos e outros que declaram que em pleno século XXI ainda existe preconceito. Começamos com vocês e todos os demais que julgaram e condenaram sem conhecimento dos fatos, sem terem dado o direito de resposta aos acusados. Deveria, sim, ter cuidado o Sr. Daniel dos Santos Araujo, que se fosse eu o proprietário do Indez, o processaria por Difamação, crime tão tipificado em nosso sistema penal quanto o racismo e também resultando em indenização.
 
Eliane Galindo Chiarelli em 22/07/2013 19:42:51
Eu vou sempre nesse bar com o pessoal do escritório e vamos de uniforme e tudo. nunca fomos mal tratados. as vezes o atendimento demora, mas acho que é por lerdeza mesmo... hehehehe
Eu também não li no depoimento da vítima que ele foi chamado de negro pejorativamente ou de qualquer outro nome que pudesse ser visto como preconceituoso.
 
Flávia Ravagnani Silva em 22/07/2013 19:37:13
Eu só acho que o garçom ainda tentou ajudar o cidadão.....

Está me cheirando a pessoas que criam caso somente para aparecer.....

Temos que ter consciência em "ouvir" os 2 lados da história.....

O bom são os comentários das pessoas que se sentem ofendidas sem sequer ouvir o outro lado da história..... Cautela pessoal.... Cautela....

 
Paulo Rocha em 22/07/2013 19:20:23
Concordo com o Juan Charlymoon, estabelecimentos que orientam seus funcionários a procederem dessa maneira, e provavelmente com a conivência do proprietário (senhor que presenciou o fato), devem ser BOICOTADAS para que aprendam a respeitar o ser humano, independente de classe social, cor, opção sexual, etc. Na verdade deveria fechar as portas, pois para ser classificado de comerciantes... estão muito longe... é uma pena que ainda existam pessoas que hajam dessa forma... talvez o garçom não tenha culpa, está cumprindo ordens, mas poderia ter se negado a cometer injustiça com outro ser humano... vou deixar de comentar pois quanto mais comento com mais repulsa fico...
 
MILTON O SILVEIRA em 22/07/2013 18:41:41
Lenita Santos, já começa ai mesmo a falta de caráter, a pessoa anda de buzão ( não q isso seja coisa ruim, eu tb ando ) e ainda trabalha quase 10 horas pra ganhar 1 salario minimo com um pouco de comissão e ainda se acham, ja passei por isso também a uns anos atras numa loja de roupas, fui comprar e estava de chinelão mesmo e bermuda, estava na casa de um parente perto do shopping, quandro entrei na loja ninguém nem páh pra mim, dae comecei a pegar um monte de peça, e paguei a vista (tinha pego acerto do meu serviço ;-) ), dae me cumprimentaram, me levaram ate a porta.... tudo mudou..
 
FILIPI ANDRADE em 22/07/2013 18:35:51
Infelizmente isso acontece, e só quem é negro é que sabe muito bem quando está sendo destratado pela cor da pele. Basta um olhar e já identificamos. Sou negra e espero não passar por esse constrangimento direto que o Sr Daniel passou, somos todos filhos de Deus e merecemos respeito, somos irmãos. Sempre há vagas pra atendente, se submeter a desfazer da clientela por ordens de chefia, me poupe, falta de bom senso e seriedade, aceita quem quer trabalhar desta forma.
 
Marcia em 22/07/2013 18:27:31
infelizmente apesar de estarmos em pleno século 21 as pessoas na maioria das vezes
te avaliam pelo seu poder aquisitivo e não pelo seu caráter e personalidade. O que me deixa triste pois somos todos iguais perante DEUS. Na verdade se esses que se acham diferentes deviam ler um trecho de CHAPLIM.
 
Adão silva macedo em 22/07/2013 18:18:19
Acho muito engraçado quando vou no shopping, e vou olhar alguma coisa , e aquelas vendedoras parecem que tem nojo da gente, ando de rasteirinha mesmo, com roupa confortável...........e o mais engraçado é quando vou embora no meu lindo carro, que comprei com meu trabalho e as ignorantes estão no ponto de ônibus, ali elas não se acham melhor que ninguém , trabalhar em lojas caras não quer dizer nada................
 
Lenita Santos em 22/07/2013 17:05:45
É impressionante como as pessoas emitem opinião sem se inteirar do acontecido. Sendo (ou não) verdade, o fato é que a atitude daqueles que comentam é comparada à (suposta) do garçom. Insuflam o tumulto sem sequer dar a oportunidade de ouvir a outra parte - ou seja condenam "ex informata conscientia". Ainda bem que não são juízes!
O fato é que conheço o lugar e sempre fui bem tratado. Aliás, já fui até lá de chinelos e nem por isso deixei de ser atendido.
 
Felipe Barbosa em 22/07/2013 17:01:47
Tô pra ver lugar pra ter mal atendimento no comércio pior do que em Campo Grande, se tem pressa não entre na Sertão, Carrefour, Extra, Max, e outros tipo marcenarias e oficinas mecânicas que no momento não me vem à memória , desorganização e total descaso com clientes. Associação Comercial deve intervir
 
Marco Tulio em 22/07/2013 16:59:22
Vamos adotar a idéia da Suzi, que tal quinta ou sexta feira encher aquilo de negrão, pagodeiros, capoeiras e fazer uma festa ?????
 
juraci montanha em 22/07/2013 16:53:21
A reportagem da competente jornalista Aline dos Santos não deixa margem para dúvidas. A vítima seguiu as instruções policiais que constataram o crime de racismo. Parabéns pela abordagem de um tema que merece ser mais discutido, enfrentado e combatido.
 
Marcio Breda em 22/07/2013 16:47:05
Com certeza se fosse um ESTUPRADOR, TRAFICANTE, ASSASSINO, "BRANCO" trajando roupa de grife ou até mesmo um carro de luxo roubado, o atendimento seria vip...
 
Meire Machado Domingos em 22/07/2013 16:40:37
Concordo com suas palavras, Juan Charlymoon!
Em ALGUMAS lojas em Campo Grande somos mal atendidos por alguns atendentes.
Será que os funcionários e principalmente, os responsáveis pelas lojas não lembram que "Se você é bem atendido(a), você fala e elogia a loja para dez pessoas" e "Se você é mal atendido(a), você fala mal da loja para CEM pessoas"?

Digo isso porque já fui em lojas como a Sony Style em Brasília e São Paulo, Bar Dona Onça (atendimento excelente - indicaria), entre tantos onde fui bem atendido.
Até por incrível que pareça, na joalheria Tiffany, no Shopping Iguatemi Brasília. As atendentes e até a dona foram super-atenciosas comigo e queria mostrar tudo.

Já aqui, falta cordialidade e educação que tive nas lojas citadas acima para ALGUNS(AS) atendentes em ALGUMAS LOJAS!
 
Marcelo Mattos em 22/07/2013 16:39:09
Peraí!! Que estranho este veículo de imprensa publicar uma "alegação de um fato" com sendo algo provado e consumado!! Irresponsabilidade talvez?? Ridículo... Isto pra mim ou é mal-entendido ou OPORTUNISMO – alguém querendo se dar bem de forma a prejudicar injustamente os outrosl!! Acorda POVO de Campo Grande.. vocês saem comentando a notícia como sendo algo comprovado... Cautela e cautela... não comprem tudo que vocês lêem... deixem de ser manipuláveis!! Conheço essa casa e não acredito mesmo neste fato!! é MENTIRA!!! Conheço todos os funcionários que trabalham lá! Gente trabalhadora e humilde!! Só pode ser um belo mal-entendido!!
 
Leonardo Moura em 22/07/2013 16:19:36
Vou lá sábado comprar uma água .....
 
Amarildo Ferreira em 22/07/2013 16:16:10
Sr. Leonardo Ribeiro, você não sabe o que está dizendo, eu quem realizei a compra e sei realmente o que aconteceu, não venha com suposições de que acho isso ou aquilo, eu comprei uma garrafa de água mineral neste estabelecimento, a mesma que ele não quiz vender !! Suas ideias não condiz com os fatos OK.
 
Jeferson Barros Lima em 22/07/2013 16:14:16
Só mais uma coisa a ser ressaltada: o local estava cheio, a calçada onde estava o piso tátil para deficientes visuais estava sendo ocupada por cadeiras impossibilitando a passagem de pedestres, outro ponto, o garçom não forneceu cupom fiscal, dando várias desculpas para não emitir, quer dizer então que naquele sábado todos os clientes não tiveram em mãos o cupom fiscal do que se consome?? Sonegação e obstrução de passagem de pedestres!!! Sem contar o RACISMO...E agora órgãos fiscalizadores de nossa capital?? Temos num só contexto vários assuntos a serem abordados! Irão fazer vista grossa como sempre??
 
Jeferson Barros Lima em 22/07/2013 16:08:31
Essa história está muito mal contada e bem esticada no depoimento da suposta vítima.
Será que foi mesmo assim que aconteceu?
Eu sou negra e fui diversas vezes nesse bar. Trabalho com teatro e sinceramente não posso ser confundida com madame...
 
Valéria Souza em 22/07/2013 16:06:51
Boa tarde.

Por favor, vamos aprender a argumentar! Me transtorna algumas pessoas ofendendo as outras. O nobre Thiago Vinícius, somente quis expor o seu ponto de vista, sem ofender ninguém.

Vamos aprender a argumentar!
 
Leonardo Santos em 22/07/2013 16:00:44
Tive o desprazer de ir à esse restaurante uma vez. Comprei um cupom de compra coletiva e ao chegar no restaurante, fui maltratado pelos garçons e por uma senhora que se dizia "gerente" do estabelecimento. Levantei no meio de refeição e me retirei. Como formador de opinião que sou, recomendei à todos do meu círculo de amizades que não percam seu tempo em visitar esse restaurante. Comida ruim, equipe mal educada, preço salgado. Vão acabar vendendo espetinho na calçada em frente as faculdades, afinal como já diz o ditado "o cliente bem tratado, indica para dez pessoas; o mal tratado, por sua vez, espalha a fama para mil pessoas." Se vocês acham que aqueles que compram em compra coletiva são pobres, está na hora de rever o conceito, afinal tanto o rico como o pobre, todos gostam de DESCONTO.
 
Marcos Paulo Hypollito em 22/07/2013 15:58:22
Isso ta com cara de ARMAÇÃO!!!!!
 
Mariana Alencar em 22/07/2013 15:51:28
Sou indígena e ao longo dos anos nunca fui discriminado e nem ao menos senti isso. Pela nova lei sei que até posso ser indenizado caso aconteça sei também que 80% das pessoas não se simpatizam com, índios, negros, mendigos e os menos favorecidos isso é até um direitos desses 80% que herdaram esse mau de seus pais. É o caso dos gays a lei diz que se vc olhar feio pra eles isso é homofobia. Ninguém é obrigado a gostar dessa ou daquela raça, mas sim devemos respeitar, RESPEITO ao ser humano. No caso do Daniel não me pareceu discriminação racial, tá mais parecendo que o cidadão esteja aproveitando essa onda e que por algum motivo aprontou para esse restaurante de "luxo". Não temeria e nem hesitaria em fazer um denuncia, caso fosse comigo.O 190 o orientou a armar um flagrante por conta própria
 
samuel gomes TERENA-campo grande em 22/07/2013 15:39:58
Conheço o Daniel há varios anos, pessoa descente e trabalhadora, instalador de paredes divisórias, gesso e pisos especiais, seus serviços são requisitados pelo pais inteiro tão grande é a qualidade dos mesmos, acho que se ele tivesse ido com a camionete dele até lá, invés de ir a pé as coisas seriam diferentes, muitas pessoas valorizam o que temos e não o que somos, uma grande pena... Daniel em grande abraço fica firme nessa luta que estou com voçê.
 
Edilson Alves em 22/07/2013 15:31:13
Achei lamentavel o acontecimento com o Daniel, ja que conheço ele e sua familia, sua esposa trabalhou na empresa onde trabalho por 8 anos. São pessoal honestas, trabalhadores e batalhadoras. Espero que a justiça seja feita.
 
Ediane Lima em 22/07/2013 15:29:04
Fica a dúvida no ar: e se o Daniel quisesse almoçar ou jantar no Indez, o que aconteceria? Esse caso me aparenta ser mais má vontade e desprezo do garçon do que ordem do dono. Na visão de muitos pobres, agradar pobre não entra gorjeta, e nem dá futuro.
 
Jorge Souza em 22/07/2013 15:09:07
e eu que sou branco e sofri preconceito na RENNER só pq entrei vestido com camisa de banda e calça rasgada, sou rockeiro e não nego e sei o que esse cidadão passou, é muito constrangedor ter que ser retirado do ambiente na frente de outras pessoas por motivo banal.
 
andre luiz em 22/07/2013 15:08:48
Daniel é o seguinte, isso tudo são para os tolos. Qual a diferença entre uma pessoa branca, uma preta e uma preconceituosa? Duas coisas. Melanina e o orgulho. A melanina confere pigmentação à pele, aos olhos e aos cabelos dos mamíferos. Ou seja o preto tem mais melanina do que o branco e é só. Cada raça tem as suas qualidades e os seus defeitos (isso eu falo de estrutura do corpo, de doenças que cada raça naturalmente tem). A falta de melanina dá origem a uma condição denominada albinismo. Já o orgulho atrelado ao preconceito é doentio. Quem somos nós, brancos ou pretos, com o direito de menosprezar alguém. Acho mais fácil o garçom ser preconceituoso do que o seu patrão, pois certas pessoas que trabalham em lugares mais chiques se acham o último biscoitinho recheado do pacotinho.
 
Carlos Marques em 22/07/2013 15:01:50
O negro está fadado a sofrer qualquer tipo de preconceito
Este é apenas mais um numa estatística de denúncia contra esse tipo de crime.
Ser negro no Brasil não é fácil.

 
nilson jorge em 22/07/2013 14:54:47
Não tem mais casos registrados em Campo Grande nos últimos anos..., porque a polícia encobre e se omite em registrar, como neste caso em que o registro só foi feito porque ele mandou uma pessoa branca lá comprar água, ou seja a polícia quer que você prove antes de registrar a ocorrência. Ridículo!!!
 
Marcelo do Nascimento em 22/07/2013 14:54:20
Essa cambada racista não se emenda. Não é difícil de acontecer em vários estabelecimentos, apesar da reprovação do acontecido. Pois é Thiago, por certo, o sr que sentiu-se discriminado, tá errado. Mais irritante é que mesmo que estivesse sujo não seria motivo pra isso, apesar dele citar também essa possibilidade acontecer, caso estivesse mal vestido ou sujo.
 
Adriano Magalhães em 22/07/2013 14:50:43
parabens ao Sr Daniel que teve a coragem de fazer BO algo assim nao pode ficar impune, é bom saber o nome do restaurante assim poderemos pensar duas vezes em entrar lá porque se nao vendeu agua pra uma pessoa de cor negra, será que aceitaria lá um idoso, um obeso, um cadeirante, um homosexual, pois se uma pessoa de cor negra que estava trabalhando no pode comprar agua será que se chegar um casal homosexual nao vai ferir a tal "honra" desse restaurante..e só um lembrete pro dono desse restaurante, se um mendigo ganhar dinheiro suficiente na rua pra comprar uma marmita ele nao pode entrar no seu restaurante, e se ele for negro entao seu fndionario vai bater nele ."será"...qto ao comentario do thiago vinicius, concordo que vc conheça o local, mas talvez vc nao conheça as ordens estabelecidas
 
SILVIO RIBEIRO em 22/07/2013 14:43:03
Vejo alguns sentimentos pretensamente nobres nos comentários deste artigo e do outro sobre o mesmo acontecimento. Parece tudo bonito e justo, toda a indignação - pedra no restaurante, pedra no garçom, tem que levar multa, tem que ir preso, etc. - mas será que em vez desses ânimos inflamados por qualquer mínima polêmica e mínimo indício, diga-se de passagem, não deveria haver uma mentalidade inquisitiva e que buscasse a apuração dos fatos antes dos juízos? Quanta facilidade em admitir uma informação qualquer como verdadeira! Longe de querer descreditar a imprensa, apenas atento ao fato de que a informação, por via linguística, pode ser deturpada (com ou sem a intenção) das mais diversas formas, sobretudo com os meios tecnológicos que temos hoje. Repúdio antes ao crime, e perguntas primeiro.
 
Juliano Mendonça em 22/07/2013 14:25:20
isso mesmo vamos temos que ser assim nos somos cidadão..
e mesmo se ele tivese sujo isso não significa nada ... entao que dizer um pedreiro esta ali perto trabalhando mechendo com massa tudo sujo e com sede e ir compra uma áqua não tem direito so pela aparencia da pessoa e da cor não racismo não ..
E ISO AI BRASIL E ASSIM QUE O NOSSO PAIS VAI PRA FRENTE NÃO DEVEMOS MAS FICA CALADOS ... VAMOS MOSTRA QUE A GENTE PODE E MAIS ....
 
JESSICA BEATRIZ em 22/07/2013 14:24:51
Racismo não está ligado à raça negra. Duvido que o cara fez isso pq o cara era negro. Na verdade, as vezes o cara estava com os pés sujos ou com pó, e vai entrando assim no restaurante?
 
fe.pagnoncelli@yahoo.com.br em 22/07/2013 14:24:30
Boa ideia Paula Magalhães! Vamos organizar o flash mob pelo facebook!
 
Ulísver Silva em 22/07/2013 14:18:49
eu já fui discrimina várias vezes, quando o atendente finge não nos ver, já sair sem ser atendida, não querendo ser mais humilhada, por ser negra e pobre.
 
RAILDES OLIVEIRA DOS SANTOS em 22/07/2013 14:18:10
Só queria saber onde está o Conselho Estadual dos Direitos do Negro (CEDINE-MS), não se pronunciam porque? tinha me esquecido, devem estar ocupados mamando nas tetas do governo. Façam-me o favor, que foi preconceito está claro, mas vamos ver no que vai dar.
 
EDILSON CORRÊA DOS SANTOS em 22/07/2013 14:11:54
Só fui uma vez a esse restaurante.
Eu e mais dois amigos fomos prum happy hour e não estávamos "bem vestidos", fomos mal atendidos, demoravam para trazer nossos pedidos e ao final ainda disseram que não aceitavam cartão de crédito, somente débito.
Resultado, nunca mais voltei.
 
Alexandre Silva em 22/07/2013 14:11:51
GENTE O QUE É ISSO? SEJA CAMPOGRANDENSE OU NÃO ISSO SE CHAMA: FALTA DE HUMANIDADE...SEMANA QUE PASSOU EU PROCURAVA HORÁRIO NA MÉDICA QUE JÁ ATENDE MINHA MÃE, PORQUE O CASO DELA FOI PEDIDO UMA CONSULTA COM CERTA URGÊNCIA E EU EXPLICANDO PARA A SECRETÁRIA ELA ME RESPONDE ASSIM: SENHORA SÓ TEMOS HORÁRIO PARA NOVEMBRO, EU DISSE MAS MINHA MÃE JÁ É PACIENTE E O CASO É URGENTE, ELA ME RESPONDEU ASSIM; É URGENTE VAI PARA O PRONTO SOCORRO, MEU DEUS ONDE ESTAMOS,NÃO EXISTE MAIS AMOR PRÓPRIO MUITO MENOS AO PRÓXIMO....
 
Sandra Regina em 22/07/2013 14:11:08
''Oficialmente, Campo Grande não contabiliza um caso de racismo nos últimos quatro anos, conforme o setor de estatística da Secretaria de Justiça e Segurança Pública. ''
Claro! O povo aprendeu a sofrer calado! Espero que isso sirva de exemplo, e que quem sofre qualquer tipo de preconceito, aprenda a se manifestar e exigir seus direitos como td cidadão!

Uma pouca vergonha, um caso desse, em pleno século XXI!
 
Carol Moina em 22/07/2013 14:03:25
Em conversa com o garçom que realizou o atendimento, fui informado que o Sr. Daniel quis comprar uma garrafa de 2 litros ou de 600 ml de refrigerante, ou uma água de 1,5 litros ou 600 ml. Como o restaurante não possui tais itens, o garçom o orientou a ir até o local mais próximo que os teria, a loja de conveniências do posto acima citado. Foi apenas isto que ocorreu, segundo o garçom que realizou o atendimento. Infelizmente, o Campo Grande News ainda não publicou esta versão dos fatos. E àqueles que realizam um julgamento sumário, sem se inteirar das versões dos fatos, peço muito cuidado, pois muitas vezes, no afã de se fazer justiça, podemos cometer injustiças enormes.
 
Leonardo Ribeiro em 22/07/2013 13:40:01
É isso aí Daniel, to contigo, tem que denunciar mesmo.
Quanto ao Proprietário do restaurante ( INDEZ) deveria orientar melhor seus funcionários. Agora vai ter que responder por isso.
 
Maria Inez em 22/07/2013 13:39:26
Lembre se dos grande Homens:Pelé, Sidorf, Joaõ do Pulo é outros mais.Antes de jugar as pessoas pela cor da pele. Porque respeito é bom é faz bem pra mente e pra alma.
 
sales filho em 22/07/2013 13:38:58
Campo Grande sempre foi uma cidade onde a sociedade é suja e imunda, tem discriminação por cor e principalmente classe social, o lugarzinho atrasado ainda preso no coronelismo. Cabeças medíocres.
 
Rafael Miranda em 22/07/2013 13:31:02
Um dia desses cheguei num estabelecimento no shopping e perguntei se havia determinado salgado, a resposta de cara foi o preço. Não perguntei o preço e sim se havia o produto. Isso pode demonstrar preconceito mas também falta de preparo, falta de capacitação aos funcionários, afinal há ladrões que se apresentam muito bem e cometem atrocidades.As pessoas deviam ter mais bom senso e pensar nisso.
 
Ana Paula em 22/07/2013 13:23:01
Isso aconteceu pq ele queria comprar, deveria ter assaltado...infelizmente em nosso país esta assim, quem tem atudes certas pagam o preço.
 
Francine santos em 22/07/2013 13:07:07
Thiago Vinícius Corrêa, você chega de bicicleta ou a pé lá??
 
Patrick Riquelme em 22/07/2013 13:02:03
otimo de falado onome indez restaurante naompisomais la e vou falar para meus amigos e conhecidos tambem nao irem ila um restaurante que discrimina cor discrimina a sxualidade credo e etc.... nao a gosto abomino discriminacao......
 
PAULO CESAR DASILVA BAPTISTA em 22/07/2013 13:00:15
Que bom que ao menos foi citado o nome do estabelecimento, boicote nele!!!Seria muito bom se mais pessoas vitimas de discriminação, metessem a boca no trombone, denunciassem. Discriminação velada ocorre o tempo todo em nossa cidade. Entrar numa joalheria e pedir informações a respeito de um relógio importado da vitrine, de pronto é informado o valor e o número de parcelas, lembrando que o mesmo acontece para outros artigos, sem citar o fato de as vezes ser ignorado ou mau atendido. Nota zero aos estabelecimentos que tratam com discriminação, seja ela qual for. E que todo empresário racista ou não, tenha a consciência que não está fazendo favor algum em atender bem, pelo contrário, nós "clientes" que fazemos o favor de pisarmos nossos pés nestes estabelecimentos.
 
Claudio Araujo em 22/07/2013 12:50:56
Aqui em Campo Grande só não existem mais denúncias de preconceito racial por medo que temos de perder o emprego. A prática é constante. Sobretudo no serviço público escolar, quando se é contratado e se executa devidamente o trabalho. A maioria te olha reprovando o profissionalismo, por medo de terem seus esquemas de troca de favores expostos ou até desfeitos. Eu gostaria mesmo é que investigassem as escolas públicas da cidade (tanto estaduais e municipais). O público perceberá não só a execução do senso de humanismo, com a prática de preconceitos, como também entenderá que é notória a falta de moral do setor. (É doloroso fazer parte disso!)
 
André Luiz de Jesus Silva em 22/07/2013 12:48:38
E isso mesmo, as pessoas acham que pode fazer o que quer.. Espero que todas as pessoas façam o mesmo
 
yollanda guerra em 22/07/2013 12:36:30
Sou nascida em Campo Grande, mas confesso que fico morrendo de vergonha, pois ninguém pode proibir nem constranger pessoas por cor, religião o outro tipo de costume que a pessoa tenha. Ele estava limpo, com vestimenta normal. Vergonhoso. Vivo elogiando minha cidade pras pessoas, mais depois disso vou der mais cautelosa.
 
Sonia Maria Camargo Goes em 22/07/2013 12:36:17
MAS CLARO QUE É RACISMO.....SÓ O FATO DO GARÇOM TER FALADO PARA ELE IR NO POSTO QUE 'ERA' BARATINHO,JÁ É DISCRIMINAÇÃO...POR ACASO O SR. QUESTIONOU O PREÇO?????PELO VISTO NÃO...INFELIZMENTE ESTAMOS SENDO JULGADOS PELA APARÊNCIA... ERA DAS MANIFESTAÇÕES.....O CIDADÃO AGIU CERTO..DENUNCIAR MESMO......
 
sandra rojas de oliveira em 22/07/2013 12:32:53
Não podem julgar o livro pela aparência! Que a Justiça seja feita para o Daniel!
 
Carla Fernanda em 22/07/2013 12:28:44
Esse tipo de atendimento, é rotineiro em Campo Grande, nem precisa ser negro. Muitos atendentes moram onde o Juca perdeu as meias (Pq as botas foram antes), ganham uma droga de salário e avaliam os clientes pelam véstias.
Inúmeras vezes, já entrei em determinadas lojas e as atendentes sempre medem a gente de cima em baixo. Esquecem que muitos fazendeiros, com pastos cheios de gado andam com roupas simples, contrário de muitos que andam na pinta, e para cada santo devem uma vela.
A jogada, é boicotar todas as lojas com PÉSSIMO atendimento. Isso tem que mudar, tratar o cliente BEM, independente de RAÇA, BOAS VESTIMENTAS(não significa ter $$$), carrão...existem pessoas que tem grana, mas não ostenta, isso é riqueza de ESPÍRITO.
 
Juan Charlymoon em 22/07/2013 12:28:01
Gente, já aconteceu isso no local em que eu trabalhava, chegou um Sr feio, sujo, não queriam atendê-lo, fui ao encontro dele e o atendi como tinha que pagar taxa, perguntei se ele tinha condição, pasmem: o Sr tirou um monte de notas verdinhas (só dólar), o cara era Engenheiro da Camargo Correia, veio ver as obras do gasoduto, e outra veio em uma jato particular, ai vem o velho ditado popular: quem vê cara não vê coração!!!!!!
 
Valdecí Batista Santos em 22/07/2013 12:22:09
nada a ver, o garçom talvez so quis ajudar
 
Fabio silva em 22/07/2013 12:16:12
Chega a dar nojo ver casos de discriminação por alguma coisa. Quando morre ou acidenta vai em qualquer bagulho para socorrer. Ninguém é melhor que ninguém, somos todos iguais, adubos ou restos de nada. Que o ser humano busque mais a presença de Deus.
 
luiz alves em 22/07/2013 12:14:39
Só uma perguntinha: Thiago Vinícius Corrêa Gonçalves, você é negro?
 
Prudenciano Rodrigues em 22/07/2013 12:08:18
É impressionante o comportamento de algumas pessoas! Um pai de família, trabalhador como muitos e muitos brasileiros; isto é uma barbaridade; torço para que seja feita a justiça, e este garçom seja punido dentro das legalidades da lei!
 
Getúlio Moura em 22/07/2013 12:03:22
História muito mal contada. Sou frequentador do Indez Bar há mais de oito anos, e posso garantir que todos os seus funcionários são pessoas muito boas; profissionais muito bem treinados e prestativos.
 
Thiago Vinícius Corrêa Gonçalves em 22/07/2013 11:49:35
Hj em dia TUDO é racismo mesmo... O fato do garçom sugerir comprar a água, mais barata, em outro lugar? O Rapaz deveria agradecer, pq a água lá é uma mini garrafa e custa R$3,50... ASSALTO! Racismo sim, se expulsassem o rapaz de lá... tratassem mal... fala sério!
 
RAQUEL TOLEDO em 22/07/2013 11:48:52
QUE ABSURDO EM SENHORES !!!

A POPULAÇAO DE CAMPO GRANDE GOSTARIA DE SABER QUAL O MOTIVO DE NÃO ATENDER UM CIDADÃO NEGRO?????



INFORMAMOS QUE MATO GROSSO DO SUL CONFORME CENSO/ SEADE 2005 TEM 48% DA POPULAÇÃO NEGROS.


SERIA BÁSICO E BACANA REVER ALGUNS CONCEITOS.


ABRAÇOS



NEI SALVIANO


 
nei salviano em 22/07/2013 11:41:47
Finalmente uma pessoa de coragem. Parabéns pela atitude da "vitima", das pessoas que o aconselharam e das autoridades, por orienta-lo muito bem. Infelizmente, o racismo está presente sim, mas disfarçado, como esta atitude imoral e irresponsável ocorrido na sábado. Quando vítimas e opositores deste abominável ato começarem a revidar, falar e denunciar, quem sabe os racistas calar-se-ão, mesmo por que, racista dificilmente deixará de ser racista, mas que fique com ele e não exponha sua má índole aos que são contra tais atitudes.
 
jonas inocencio da silva em 22/07/2013 11:37:28
Um bom local para o pessoal da passeata tomar uma.
 
Antônio João da Silva em 22/07/2013 11:31:06
Que o atendimento do restaurante Indez é péssimo eu já sabia.
Tanto que fui uma única vez.

Agora com certeza o garçom fez aquilo que o dono manda!!!
 
Antonio Silva em 22/07/2013 11:27:11
Só posso dizer que isso foi uma INDEZcência. Seria interessante um flash mob de protesto em frente ao estabelecimento...rsss... seria um recado claro aos comércios que possuem esta "política".
 
Paula Magalhães em 22/07/2013 11:26:36
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