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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

25/06/2014 10:20

Acusado confessa briga, mas nega ter ateado fogo em casa na Capital

Renan Nucci
Réu nega acusações duramente julgamento realizado pela 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande. (Foto: Cleber Gellio)Réu nega acusações duramente julgamento realizado pela 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande. (Foto: Cleber Gellio)

Acusado de tentativa de homicídio, lesão corporal e incêndio em residência habitada, Ronildo Aparecido Moreira da Silva negou os crimes, durante julgamento realizado pela 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande na manhã desta quarta-feira (25). No entanto, o MPE (Ministério Público Estadual) o denunciou por tentar matar o homem e ainda atear fogo na casa com crianças dentro. 

Diante de o juiz titular da vara, Aluízio Pereira dos Santos, Ronildo negou parcialmente os crimes cometidos na noite do dia 17 de maio de 2011. Consta nos autos que, na ocasião, cumprindo regime semiaberto no Centro Penal Agroindustrial da Gameleira, o acusado foi até a casa da ex-mulher, identificada apenas como Patrícia, moradora no bairro Vila Nova Capital.

No local, ele atacou a vítima com uma faca e só não a matou porque um vizinho, conhecido como Edimar, interferiu. A mulher conseguiu escapar dos ataques, mas Edimar foi agredido a pauladas. Antes de armar esta confusão, Ronildo ainda colocou fogo na casa e empurrou um dos seus filhos, que se feriu. Também estavam na casa outros dois filhos dele.

Versão do Réu - Ronildo contestou parte das acusações e deu a sua versão. Ele alegou que, mesmo não estando mais casado com Patrícia, mantinha uma boa convivência com ela, tanto que a mulher o visitava com frequência na prisão, e levava os filhos para vê-lo.

O réu afirmou que na noite dos fatos, foi até a casa de Patrícia para buscar documentos, mas que por motivos desconhecidos, ela se desesperou ao vê-lo. “Ela era uma mulher nervosa, que se descontrolava facilmente”, disse.

Edimar, que então era o atual namorado de Patrícia, ouviu os gritos e foi até a casa para proteger a mulher. Ronildo alega que, para se defender, se armou com um pedaço de madeira atacou o homem. “O Edimar veio pra cima de mim. Parecia que estava com uma faca, por isso, peguei uma balaustra e bati no braço dele e depois fugi”, relatou o réu enfatizando que apenas se defendeu com o pedaço madeira. "Não ataquei ninguém com faca".

Sobre o incêndio, Ronildo afirmou: “A casa não foi incendiada, muito menos por mim. Está inteirinha até hoje. Nem sabia que haviam colocado fogo lá. Desconheço tais fatos”. Após este episódio ele disse que fugiu e não retornou ao presídio da Gameleira, e que mesmo depois de tudo que aconteceu, teria reatado com Patrícia. 

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