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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

22/06/2012 15:44

Agepen abre investigação para apurar festa em presídio regada a droga

Elverson Cardozo

A Agepen (Agência de Administração do Sistema Penitenciário), por meio da sua Comissão Disciplinar, abriu procedimento administrativo para apurar uma festa, regada a drogas e bebidas, dentro de um das celas do Presídio de Trânsito de Campo Grande. Dessa investigação, pode derivar uma outra, para apurar se funcionários facilitaram a entrada da droga.

A principal suspeita é que o entorpecente tenha entrado no presídio por meio das visitas, que chegam a camuflar no corpo as drogas.

A assessoria de imprensa da Agepen informou que o procedimento tem o objetivo de apurar a real participação e a responsabilidade de cada interno, que devem ficar isolados, durante 10 dias, em celas disciplinares.

Só a partir daí existe a possibilidade de abertura de uma sindicância para apurar a participação de servidores - se nos depoimentos houver algum indício disso - e esclarecer, por exemplo, como a droga entrou nas dependências do presídio.

A participação de possíveis servidores, segundo o órgão, pode vir à tona durante o procedimento administrativo.

As imagens, gravadas com um aparelho celular, foram exibidas com exclusividade pelo programa O Povo na TV, do SBT MS, na edição desta quinta (21) e sexta-feira (22).

O vídeo, feito por um detento – já identificado -, mostra vários presos dançando, ao som de funk, dentro da cela. O cinegrafista amador narra a festa e mostra um dos presos preparando um cigarro de maconha.

“Esse aí tá dichavando um brown. Que nóis vai tá fumando daqui a pouquinho”, diz.

Em seguida, um dos internos reclama que está desanimado porque acabou o “goró”. Ainda nas imagens, os detentos aparecem fazendo uma “carreirinha” de cocaína em um prato.

Segundo a Agepen, a filmagem ocorreu na cela 4 do presídio – unidade destinada, principalmente, a presos que ainda não receberam condenação.

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Ninguem Deveria Estar Surpreso Com a Matéria Pois Todos ( Todos Mesmos ! ) Sabemos Que Esse Tipo de Farra é "Normal" no Sistema Penitenciario. A SSP é Muito Falha e Omissa e Por Isso é Esta Baderna. Este é o Retrato do Nosso Brasil. Para Um País Que Pretende Ter Voz e Estar Entre os Cinco Mais Ricos do Mundo No Prazo de 30 Anos , Muita Coisa Tem Que Mudar / Melhorar. Sei Não .....
 
Gildo Oliveira em 23/06/2012 08:38:39
Sr. este procedimento de revistas dos pertences é para todos, inclusive para os advogados que não tem acesso direto ao interno, se informe mais antes de comentar o que desconhece. Pois todos estão vulneráveis a revista, e com a realidade atual o que vc induz de que os advogados levam as coisas podem na verdade serem os professores que levam o que vc deixa a entender....
 
Luis Fernando Silva em 23/06/2012 07:44:47
Se houvesse seriedade atividade dentro das penitenciárias, não só profissinalizaría os detentos,evitava a ociosidade,gerava lucros p/ cobrir suas despesas e inibia os vadíos de entrarem p/ o mundo do crime.Mas em nosso país tudo é assim mesmo.
 
porfirio vilela em 23/06/2012 07:13:59
AS COISAS NAO SAO BEM ASSIM, POR BEM POUCO TODO MUNDO SABE COMO ENTRAM AS DROGAS DENTRO PRESIDIOS, MAS FAZEM VISTAS GROSSAS E E MAIS FACIL ACUSAR AS VISITAS.
 
MARA LEITE em 22/06/2012 09:40:15
o que á gente ve nada mais é que um discaso,porque nos estamos num cistema precario,onde o cistema não funciona.Enves de dar uma forma de eles trabalharem serem huteis para voltarem para sociedade ,os deichão la ,sem fazer nada sem ocupacão alguma ,aprende mais malandragem e saem piores do que cuando entraram.
 
josé roberto em 22/06/2012 07:02:07
Normal , em se tratando de Brasil . E, só a título de conhecimento : os Professores que trabalham nas unidades penais tem seus pertences vistoriados nas portarias , muito diferente de advogados que tem livre acesso e passam longe de revistas pessoais . No Japão, só os Professores e o 1 Ministro não tem obrigação de curvarem-se diante do Imperador . Notaram a inversão de valores ????? ...
 
george conrado em 22/06/2012 05:44:20
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