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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

07/08/2012 09:35

Agepen faz mapeamento de presos que trabalham fora do Centro Penal da Gameleira

Francisco Júnior
Abordagens de presos na entrada do Centro Penal. (Foto: Divulgação)Abordagens de presos na entrada do Centro Penal. (Foto: Divulgação)

O Centro Penal e Agroindustrial da Gameleira realizou uma força-tarefa para analisar o tempo médio gasto por um detento que cumpre pena em regime semiaberto e que trabalha em empresa fora do presídio para chegar ao local de trabalho e retornar a unidade após no fim do dia.

O principal objetivo do estudo foi adequar os horários de entrada e saída de 290 internos, através de um mapeamento de localidade, distância e meio de transporte utilizados pelos detentos.

O tempo estipulado para que o detento se reapresentasse na unidade após a jornada de trabalho externa variava de uma a três horas, sem levar em conta a distância percorrida do local de trabalho até o Centro Penal, condizente apenas com o meio de transporte utilizado pelos detentos.

Através do levantamento realizado por técnicos, direção de plantões, chefia e direção do Centro Penal Agroindustrial da Gameleira foi feito um mapeamento das empresas, a distância de cada uma delas partindo da unidade e o tempo médio de cada itinerário, visto que a empresa contratante é responsável pelo monitoramento da locomoção do interno durante o expediente de serviço.

Numa segunda etapa foram confirmados os meios de transportes utilizados pelos detentos e somente após a coleta dos dados foram estipulados horários de retorno dos internos a unidade penal.

Cerca de 85% dos intervalos sofreram alterações após o estudo e novos horários foram estipulados. A medida visa assegurar o cumprimento do horário de liberação.

De acordo com o diretor da Gameleira Tarley Cândido Barbosa o estudo partiu da necessidade de readequação do tempo de deslocamento dos detentos para o trabalho e retorno a unidade penal.

“Detectamos que alguns internos precisavam um tempo menor do que o estipulado anteriormente e outros maior. A nossa preocupação era de que este período em que estavam fora da unidade e dentro do horário permitido para se apresentar, fosse utilizado de forma errada, encontramos alguns deles bebendo em bares da Capital”, explica Tarley. (Com informações da assessoria da Agepen)

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horlando meu querido que tipo de pessoa e vc que pensa dessa forma entao eles nao devem nunca mais sair da cadeia e quando ganham a liberdade para refaser a vida eles sao obrigados a ficar na gameleira sem direito de sair entao qual a diferença de la e da penitençiaria se eles estao sendo oprimido do mesmo jeito vc nunca errou, nao tem filhos que um dia poderian errar meu amigo e por causa de pesos como vc que o mundo ta assim...
 
prycilla araujo em 24/01/2013 08:27:26
Concordo com vc Rogerio; é muito facil julgar as pessoas pelo os erros de alguns...
Todos nós estamos sujeitos a errar e corrigirmos os nossos erros!
Se uma parte da sociedade erra e não corrige vc Horlando não deveria generalizar os outros, pois existem muito que mudam como o Rogerio...

parabém pra vc Rogerio por ter tido a oportunidade de mudar.
 
Patricia Verardi em 08/08/2012 09:58:09
Um assassino pode tirar uma vida? Sim, pode, mas e a falta de um atendimento médico também não tira? Reflitamos.
 
Rogério Martins em 08/08/2012 08:03:32
E só para constar, a maioria não se ressocializa realmente, mas não podemos generalizar. Acredito que devemos cobrar mais de nossos governantes para que se use os impostos de maneira devida, vemos os problemas com os presos, certo? E os hospitais, ruas, escolas e tantas outros problemas que trazem até mais consequencias que um roubo por exemplo.
 
Rogério Martins em 08/08/2012 08:02:20
Discordo de seu comentário Horlando, nem todos os que estão lá continuam numa vida de crimes, a ressocialização realmente ñ acontece com todos pq o imposto que VOCÊ paga não é aplicado de forma correta. No entanto, há pessoas que realmente voltam a vida de forma normal, cito-me como exemplo, já estive recluso por anos e hj sou diretor em uma grande empresa, ressocializei-me. Julgar é fácil, não é?
 
Rogério Martins em 08/08/2012 07:48:33
Discordo de seu comentário Horlando, nem todos os que estão lá continuam numa vida de crimes, a ressocialização realmente ñ acontece com todos pq o imposto que VOCÊ paga não é aplicado de forma correta. No entanto, há pessoas que realmente voltam a vida de forma normal, cito-me como exemplo, já estive recluso por anos e hj sou diretor em uma grande empresa, ressocializei-me. Julgar é fácil, não é?
 
Rogério Martins em 08/08/2012 07:48:13
é fácil acha los é sair a noite ou até de dia no centro da cidade fazendo vitimas.
 
idevaldo de jesus em 07/08/2012 12:28:04
PORQUE NÃO IMPLANTA AS PULSEIRAS OU TORNOZELEIRAS ELETRONICAS PARA MONITORAMENTO DE QUEM REALMENTE QUER SE RESSOCIALIZAR,,,, mas a grande verdade que quase todos os dias vemos CRIMES dos PRESOS DO SEMI ABERTO DA GAMELEIRA, que saem pra trabalhar (ROUBAR, MATAR, ESTRUPAR,ETC).. alguns talves realmente trabalham não quero generalizar...
 
MATEUS COSTA em 07/08/2012 12:12:58
Finalmente uma atitude de respeito a sociedade que fica a merce desses marginais soltos por força de leis. Ainda discordo que saiam para trabalhar, deveriam ficar no presidio, pois ja foi mostrado que quando saem ficam aprontando crimes sem que ninguem os fiscalize. Essa conversa de ressocializar é só para enganar, cadeia é lugar de cumprir pena e não de açao social.
 
Horlando P. de Mattos em 07/08/2012 11:03:56
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