Alunas denunciam coordenador por assédio sexual em escola
Secretaria Estadual de Educação abriu procedimento interno para apurar as denúncias
Alunas procuraram a diretoria de uma escola estadual localizada na região da Vila Popular, em Campo Grande, para denunciar comportamentos considerados inadequados por parte de um coordenador da unidade. O caso foi registrado em ata no dia 2 de março e é acompanhado pela SED (Secretaria de Estado de Educação).
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Alunas de uma escola estadual em Campo Grande denunciaram um coordenador por assédio sexual, registrando comportamentos inadequados, como aproximações físicas indesejadas e comentários impróprios. As denúncias, que datam de 2 de março, incluem intimidação relacionada a registros disciplinares, gerando medo entre as estudantes. O caso, que se estende desde 2020, impactou o bem-estar e a frequência das alunas. A Secretaria de Estado de Educação (SED) foi notificada e um procedimento administrativo foi aberto para investigar as alegações. Medidas preventivas, como o possível afastamento do coordenador, estão sendo consideradas para garantir a segurança das estudantes.
De acordo com as informações, o servidor é acusado de atitudes invasivas, como aproximações físicas indesejadas, tentativas frequentes de permanecer sozinho com estudantes em salas e comentários interpretados como impróprios. As alunas também relatam desconforto com a presença constante do profissional próximo a locais sensíveis, como o banheiro feminino.
Outro ponto que agrava a situação, conforme a denúncia, é a suposta intimidação. Estudantes afirmam que haveria ameaças relacionadas a registros disciplinares, o que tem gerado medo de formalizar denúncias e expor os episódios.
Os relatos ainda indicam que o comportamento não seria recente, sendo apontado como recorrente desde 2020. Com isso, o ambiente escolar teria se tornado motivo de insegurança para parte das alunas, impactando diretamente o bem-estar e até a frequência nas aulas.
Um documento interno da unidade registra que responsáveis por uma estudante procuraram a direção para relatar desconfortos semelhantes. Na ocasião, a escola informou que ouviu os envolvidos e que o caso seria encaminhado à SED para as providências cabíveis. Também foi orientado o registro de boletim de ocorrência.
Diante da gravidade das denúncias, há cobrança para que o caso seja investigado com urgência e que medidas preventivas sejam adotadas, incluindo o possível afastamento do profissional durante a apuração, como forma de garantir a segurança das estudantes e evitar eventuais represálias.
A SED informou ao Campo Grande News que tomou conhecimento das denúncias e que um procedimento administrativo já foi aberto para averiguar todos os fatos.
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