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Capital

Funcionários do jogo do bicho tentam "driblar" polícia, mas são flagrados

Duas bancas do jogo do bicho, uma delas com o lacre violado, continuavam sendo ponto de encontro dos apostadores na Capital

Por Adriano Fernandes | 19/10/2020 23:11
Banca que teve lacre violado sendo novamente lacrada na Rua 13 de Maio. (Foto: Garras)
Banca que teve lacre violado sendo novamente lacrada na Rua 13 de Maio. (Foto: Garras)

O Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros) flagrou nesta segunda-feira (19) mais dois apontadores - como são chamas os vendedores do jogo do bicho -, em bancas de jogatina ilegal em Campo Grande.

Pela manhã (19) na Vila Margarida, denúncia levou ao flagrante de um homem que estava sentado ao lado de uma banca que já havia sido lacrada durante operação, em setembro.

Ele foi surpreendido pelos policiais enquanto fazia anotações das apostas ilegais e vendia títulos de capitalização.

Já por volta das 17h a situação se repetiu na Rua 13 de Maio, na região do Bairro São Francisco. Uma outra banca foi novamente lacrada depois de ter o lacre violado. O responsável pelo local também estava ao lado fazendo apostas de jogo do bicho e vendendo os títulos de capitalização.

Após os flagrantes os dois suspeitos foram encaminhado para o Garras e os materiais também foram apreendidos.

Gato Preto - Deflagrada no dia 23 de setembro, a quarta fase da Operação Omertà, batizada de “Black Cat”, fechou pelo menos 107 bancas de jogo do bicho na Capital. A Operação Omertà começou há um ano e já enquadrou cerca de 50 pessoas em crimes que vão de formação de milícia armada a tráfico de armas e assassinados. A chefia do grupo é atribuída à família Name.

Títulos de capitalização e blocos do jogo do bicho apreendido com os suspeitos. (Foto: Garras)
Títulos de capitalização e blocos do jogo do bicho apreendido com os suspeitos. (Foto: Garras)


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