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Campo Grande, Quinta-feira, 18 de Outubro de 2018

17/09/2018 07:44

Assassino de Mayara e comparsa de serial killer vão a júri nesta semana

Roberson Batista da Silva, de 33 anos, o Robinho, será julgado na quinta-feira (20)

Izabela Sanchez
Robrinho vai responder por homicídio qualificado por motivo torpe e feminicídio (Foto: Fernando Antunes)
Robrinho vai responder por homicídio qualificado por motivo torpe e feminicídio (Foto: Fernando Antunes)

A agenda do Tribunal do Júri desta semana tem 6 casos que vão a a julgamento. Um deles é o de Roberson Batista da Silva, de 33 anos, o Robinho, que será julgado na próxima quinta-feira (20), na 1ª Vara do Tribunal do Júri.

Ele é julgado pelo assassinato de Mayara Fontoura Holsback, em setembro do ano passado em Campo Grande. O réu será julgado pelos crimes de homicídio qualificado por motivo torpe e feminicídio pela 1ª Vara do Tribunal do Júri.

Quem também vai a júri é uma das acusadas de assassinar Lessandro Valdonado de Souza, em associação com Luiz Alves Martins Filho, o Nando, que ficou conhecido por uma série de assassinatos no bairro Danúbio Azul. Talita Regina de Souza será julgada na sexta-feira (21), na 2ª Vara do Tribunal do Júri.

Caso Mayara – Mayara Holsback foi assassinada no dia 15 de setembro, durante a madrugada. A jovem de 18 anos foi morta a tesouradas na própria cama, conforme apurou a polícia.

Os dois mantinham um relacionamento de três anos e passaram a morar juntos. Robinho, ainda assim, foi preso em 2015. No mês de dezembro de 2016, Mayara rompeu o relacionamento e foi morar com o irmão, mas continuou a visitar o acusado na prisão.

O ex-namorado não aceitava o fim do relacionamento e ameaçou Mayara e família diversas vezes. Segundo a denúncia do MPMS (Ministério Público Estadual), o assassinato ocorreu depois que Robinho deixou a prisão. Ele foi até a casa dela, onde dormiu, e cometeu o crime durante a madrugada.

Nando - Talita Regina de Souza, segundo a denúncia do MPMS, agiu por motivo torpe ao enforcar a vítima. O assassinato foi cometido porque Lessandro teria visto Regina trair seu companheiro, irmão da vítima. Ela agiu junto com Nando e Jean Marlon Dias Domingues. Os três enterraram o corpo e os restos só foram encontrados meses depois do crime.



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