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Campo Grande, Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2018

12/06/2013 17:30

Briga continua e artesãos têm produtos apreendidos por fiscais

Viviane Oliveira e Nadyenka Castro
Ontem eles protestaram para pedir reconhecimento como movimento cultural e patrimônio histórico brasileiro.  (Foto: João Garrigó)Ontem eles protestaram para pedir reconhecimento como movimento cultural e patrimônio histórico brasileiro. (Foto: João Garrigó)

Um grupo de hippies que estava no canteiro da avenida Afonso Pena com a 14 de Julho, em Campo Grande, teve a mercadoria apreendida por volta do meio-dia desta quarta-feira (12) por fiscais da Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano) e Guardas Municipais.

Os artesãos, que são conhecidos como "Malucos da Estrada", reclamam da truculência dos funcionários da Prefeitura. Há semanas eles travam uma briga com a Guarda Municipal, pelo direito de permanecerem no Centro.

Edmilson Dias, de 20 anos, uns dos alvos dos fiscais, conta que teve dois painéis de brincos e três de pulseiras apreendidos durante a ação. “A população nos aceita, a gente não entende porque isso acontece aqui”, diz, acrescentando que sem a mercadoria o jeito vai ser pintar quadros para poder sobreviver.

Ele e a esposa, Michelle Medina Vieira, de 32 anos, contam que estão há dois meses no Estado e 3 semanas em Campo Grande. Michelle, que vende touca, pulseira e faz tatuagem de henna, conta que não tem nada contra, mas eles não são vendedores ambulantes. “A gente comercializa um produto feito artesanalmente”, contesta.

Toda vez que ocorre uma apreensão, afirma Edmilson, tem que pagar multa para retirar o produto. “Da outra vez tive que pagar R$ 350 para pegar de volta um painel de brinco”, relata.

Isso é ditadura. É dessa forma que Jeferson dos Santos, de 34 anos, que há 3 anos está em Campo Grande, resume a ação dos fiscais. “Há uma semana apreenderam todo o meu trabalho”, lamenta.

Ontem (12), munidos de cartazes com frases de impacto, os artesãos de rua fizeram um manifesto para pedir reconhecimento como movimento cultural e patrimônio histórico brasileiro.

Eles aproveitaram para reivindicar audiência pública com o prefeito da Capital, Alcides Bernal (PP) ou algum representante do Executivo.



As pessoas em primeiro lugar, principalmente se "estas pessoas" forem seus parentes, aí terão emprego sem precisar de concurso. VAI SER CASSADO, SEM DÚVIDA!
 
Carlos Alberto Silva oliveira em 13/06/2013 16:45:26
A lei é para TODOS.

Se os comerciantes pagam seus impostos, aluguel, encargos trabalhistas e tem que se adequar às leis de acessibilidade e de fachada limpa... permitir que um ambulante venda o mesmo produto, sem qualquer custo fixo, é concorrência desleal!

E isso vale até para pais e avôs de família, que também não podem vender suas chipas, suas pipocas, seus algodões-doces, maçãs-do-amor... Por que raios, esses senhores -- em sua maioria, andarilhos que migram de cidade em cidade -- teriam algum privilégio?

Está certo mesmo!!!
 
Teamajormar Almeida em 13/06/2013 14:47:44
Engraçado a forma que o judiciário trata as pessoas, analisem! Esse pessoal nada mais do que vende seus trabalhos manuais sem incomodar ou prejudicar alguém e teve seus trabalhos confiscados sem ao menos aparecer o tal dos direitos humanos para defender os mesmos. O Adalberto Siufi roubou milhões do HC prejudicando muitos pacientes fora aqueles que vieram a óbito por falta de dinheiro para o tratamento e mesmo assim não teve seus bens confiscados. Os criminosos matam, roubam e estrupam, mas quando aparece alguém para prende-los tem sempre alguém dos direitos humanos para defende-los. O que há de errado na justiça do brasil? Tudo!
 
Alexandre de Souza em 13/06/2013 14:42:56
Viva o Bernal! Se deixar vira bagunça. Não tá contente, muda de cidade.
 
Valter Oliveira em 13/06/2013 14:37:53
As calçadas de nossas principais ruas foram "privatizadas" por ambulantes vendendo toda sorte de mercadorias, sendo a população, os verdadeiros donos do espaço, desrespeitados em seus direitos, isto diante do olhar indiferente dos fiscais municipais que conversam entre sí e até com os camelôs como amigos. Retirem os fiscais que fica menos afrontante para a população !!!! O transeunte tem que pedir licença para passar e em todo o trecho é molestado com ofertas insistentes, grosseiras e até assédios morais a moças e senhoras. O argumento de problema social é sempre levantado porém o restante de moradores que tem os mesmos problemas e ganham a vida de forma legal, não perturbando a ordem pública e vendendo produtos contrabandeados não sobrevivem ???? PREFEITURA , VAMOS VALORIZAR NOSSA CIDADE
 
José Inácio em 13/06/2013 13:41:33
E aquele cigarrinho com o cara de camisa preta heim...uehuheuheuhe
 
Mauro Nunes em 13/06/2013 13:06:33
Ditadura seria se uma minoria gozasse de privilégios que outros, maioria, não tem. Ora é livre a manifestação da cultura sim; isso não quer dizer no entanto, que essa manifestação possa ocorrer em qualquer lugar sobrepondo em nome daquela o direito de ir e vir da maioria e descumprindo o Código de Polícia Administrativa do Município de Campo Grande. Argumentos pobres como só aqui não pode, não vale. Graças a Deus podemos dizer: Só aqui em Campo Grande podemos andar pelas calçadas livres, termos os espaços públicos limpos e preservados. Acho que o campograndensse não quer e não precisa de comparações sobretudo para nos nivelarmos a um nível inferior. Parabéns a Prefeitura e aos Fiscais e viva a bela Campo Grande.
 
Roger Carlos da Silva em 13/06/2013 11:48:32
Só eles?e os outros que atrapalham nas calçadas
 
nilson franco de oliveira em 13/06/2013 10:59:00
Impressão minha ou o sujeito está fumando um baseado na foto?
 
Pedro Pereira em 12/06/2013 19:46:16
esse é o prefeito que iria olhar para a população, na campanha é uma coisa, depois é outra, o Bernal não ta nem ai pra vcs, agora ele vai olhar é pra ele isso sim, acorda campo grade.
 
marina soares em 12/06/2013 18:01:31
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