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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

27/05/2013 14:40

Grupo de artistas protesta contra proibição de venda de artesanato no Centro

Aliny Mary Dias
Protesto já recolheu 500 assinaturas nesta segunda-feira (Foto: Marcos Ermínio)Protesto já recolheu 500 assinaturas nesta segunda-feira (Foto: Marcos Ermínio)
Praça dos Imigrantes foi alternativa oferecida pela Prefeitura, mas baixo movimento espanta artistas (Foto: Marcos Ermínio)Praça dos Imigrantes foi alternativa oferecida pela Prefeitura, mas baixo movimento espanta artistas (Foto: Marcos Ermínio)

Um grupo de 15 artistas de rua recolhe assinaturas e realiza um protesto pacífico durante a tarde desta segunda-feira (27) na esquina da Avenida Afonso Pena com a rua 14 de Julho. O grupo que vende artesanatos na região central protesta contra a proibição da Prefeitura e da ação truculenta de guardas municipais que até já recolheram os itens dos artistas.

Segundo um dos manifestantes, Jonas Ferreira Caminha, de 35 anos, o grupo representa 25 famílias que vivem da venda de pulseiras, colares e artesanato nas ruas da Capital. Ele conta que já foram registrados alguns boletins de ocorrência depois de ações da Guarda Municipal.

“A Prefeitura proibiu que a gente venda aqui no Centro e já aconteceu de mercadoria ser apreendia. Quando isso acontece temos que pagar R$ 360 para ter os produtos de volta, às vezes tiramos até do leite das crianças para pagar isso”, desabafa o artista.

De acordo com o grupo, a Prefeitura designou a Praça dos Imigrantes, localizada na Rui Barbosa com a 26 de agosto. O descontentamento dos artistas em relação ao local é a falta de movimento. Segundo eles, inferior ao presente no Centro.

O grupo já colheu cerca de 500 assinaturas e o protesto que também conta com cartazes deve durar toda a segunda-feira. Os artistas pretendem entregar as assinaturas para os vereadores após o recolhimento de um número expressivo.

Além daqueles que vivem da venda de produtos, existem outros que apoiam o movimento e se indignam com a proibição da comercialização. Eduardo Miranda Martins, de 28 anos, é músico e grafiteiro. Ele afirma que a causa é justa e baseada na Constituição Federal. “Tem que ser cumprida a lei de liberdade intelectual e artística”, comenta.

De acordo com os manifestantes, uma reunião com o prefeito Alcides Bernal foi agendada para a próxima semana quando a questão deverá ser debatida.

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Apoio o movimento cultural, sou a favor dos artesões exporem seus trabalhos pelo centro da cidade sim!!!
 
Mafê Cabral em 12/06/2013 12:59:40
Nunca vi eles cercando ninguém no centro, conheço todos da foto acima e sei muito bem, os vejo todo dia, nunca os vi com bebidas alcoólicas. E vocês acham que eles não pagam impostos? Ah, claro, por que o material usado em seus artesanatos se materializam, é isso que tá parecendo que vocês acham, o campo-grandense tem o costume de achar que a cidade é linda, e que pessoas diferentes tem que ser tratadas com discriminação quantas vezes já vi pessoas passando no meio da afonso pena para não passar com seus queridos filhos criados em bolhazinha de proteção em frente a galeria do centro com maior concentração de studios de tatuagem de CG.. Todos aqui sabemos, o que é ou não verdades nestes comentários, e digo que muitos acima estão cheio de equívocos e com puro preconceito.
 
Bruna Garcia em 28/05/2013 17:56:05
Não vamos deixar que criticas derrubem nossos ideais. pais de família? sim!!! cidadães? sim! pagamos impostos e somos apoiados pela lei federal.sabemos o que estamos fazendo. e acetamos criticas e se nunca errou! atire a primeira pedra.
 
Joao nepomuceno torres medina em 28/05/2013 11:47:03
bom dia sei que o comentário do caro senhor marcos júnior, faz realmente sentido, mas eu afirmo que somos um grupo organizado,e estamos nos organizando cada vez mais inclusive destacaremos no grupo o assunto sobre uso de bebidas drogas ou qualquer outra coisa que fuja do sentido das palavras trabalho e arte,outra se você diz que tem que passar pela rua por causas de incomodo, isso e só com você que não tem caráter intelectual para se comunicar com um artista, e o discrimina. mas pode ter certeza enquanto tem um como você para julgar tem dez para apoiar! tenha um bom dia.
 
João nepomuceno torres medina em 28/05/2013 11:35:15
Da mesma maneira que os lojista pagam impostos, eles também pagam! Ou por acaso a matéria prima não tem imposto incluso, transporte, alimentação, também não têm imposto?? Só querem ter espaço para trabalhar tranquilamente sem perder todos os dias sua mercadoria, que com tanto custo conseguiram produzir, será que é pedir demais?
Arte é patrimônio cultural de qualquer cidade, aqui em Campo Grande a maneira como eles são tratados é vergonhoso!
Presenciei inúmeras situações onde alguns desses artistas foram desrespeitados, hostilizados e até humilhados tanto por guardas municipais quanto por funcionários da Semadur...Tomara que essa ignorância de achar que todo artista é vagabundo ñ prevaleça, são pais e mães de família que só querem ter seus direitos respeitados e viver da arte c/ dignidade!
 
Kamila Leite em 28/05/2013 10:42:44
Os artistas de ruas são descriminados.Há uma máfia na cultura de Campo Grande no qual somente pessoas privilegiadas beneficiam das verbas da cultura.Muitos dizem pagam impostos?Pagam sim,na sua conta de água, na sua conta de luz, na taxa de iluminação publica,nos produtos industrializados,no seu iptu,todos pagam impostos como cidadãos normais,por isso devem ser respeitados,pena que todos os impostos que pagamos,são utilizados por pessoas de má fé,a verba da cultura não chegam até eles,sabem porquê ?Porque aqueles que os deviam dar incentivos,fazem de tudo para podar a sua arte.Não é um certificado de uma faculdade que faz um artista.A arte está nas gerações,está no coração,no espírito,e isso é algo que não pode ser comprado.Tem familia?Sim,principalmente os que moram aqui na cidade.
 
Giselle Oliveira em 28/05/2013 09:24:25
Pagam imposto? Se sim, ok, sou favorável a permanecer onde estão. Se não, por que merecem tal mordomia se a loja de artesanatos da esquina paga os impostos em dia? Quanto ao cometário do "grafiteiro", ninguém está impedindo os caras de expor sua arte e confeccioná-la (até porque, não estão depredando e vandalizando o patrimônio público ou privado, não é?), mas sim de comercializá-la de forma ilegal, ou seja, sem o pagamento das taxas e impostos a que todos os comerciantes estão sujeitos, inclusive músicos que vendem seus discos, artistas plásticos que vendem seus quadros, etc. Um grupo não merece privilégios sobre outro só porque são "alternativos" e fogem aos costumes da população em geral, a Lei vale para todos.
 
Breno S. Portela em 27/05/2013 16:04:56
pais de familia? o que eles fazem e uma algasara só cercam as pessoas só vivem com copo de bebida na mão se as pessoas quiserem passar tem de ser pelo asfalto por que a calçada esta toda ocupada a bem na entrada da principal praça de campo grande vamos montar banca de camelo la se pode tudo e o prefeito ainda vai receber esse bando de desocupados e falta do que fazer mesmo.
 
marcos junior em 27/05/2013 15:51:51
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