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Campo Grande, Segunda-feira, 24 de Setembro de 2018

03/09/2018 11:07

Campanha quer "quebrar preconceito" contra às pessoas com deficiência

Além da conscientização, estão previstas uma série de medidas de inclusão para este público

Leonardo Rocha e Kleber Clajus
Campanha foi lançada na sede da SDHU, em Campo Grande (Foto: Henrique Kawaminami)Campanha foi lançada na sede da SDHU, em Campo Grande (Foto: Henrique Kawaminami)

O prefeito Marquinhos Trad (PSD) lançou nesta manhã (03), a campanha “Setembro Inclusiva”, que tem a intenção de alertar a sociedade sobre os direitos das pessoas com deficiência, além de "quebrar o preconceito” a este público, para que seja incluído na sociedade e tenham acesso adequado aos meios de transporte, prédios públicos e privados.

“No passado o cadeirante tinha que se arrastar para entrar no ônibus, hoje existem condições mais adequadas e até um aplicativo para ajudar as pessoas com deficiência, mas mesmo com uso de tecnologia, ainda falta o respeito”, disse David Marques, titular da Coordenadoria de Apio à Pessoa com Deficiência.

Ele explicou que o desafio é fazer com este público tenha mais participação na sociedade. “Ainda falta respeito em relação a vaga de deficiente no trânsito, e até no espaço para desembarque dos ônibus, o que importa é dar mais visibilidade e inclusão”, explicou Marques.

A campanha divulgou que além de palestras e ações de conscientização, a prefeitura vai promover cursos de cabeleireiros para pessoas com deficiência, além da divulgação do aplicativo (ônibus) para ajudar as pessoas com deficiência visual e de mobilidade, além de intensificar as fiscalizações dos agentes de trânsito, sobre as vagas disponíveis.

Anúncio - Também serão entregues “bengalas verdes” que identificam as pessoas com baixa visão. O presidente do Consórcio Guaicurus, João Resende, também anunciou que com a vida de 20 veículos novos neste mês de setembro, a frota estará toda adaptada para atender as pessoas com deficiência.

Marquinhos também admitiu que o prédio da prefeitura é apenas 40% acessível, mas que existe um esforço para adequar todas as unidades públicas. “Há muito a ser feito, também fica difícil nos prédios alugados, muitas vezes ficamos reféns desta situação”. O evento de lançamento ocorreu na sede da SDHU (Subsecretaria de Defesa dos Direitos Humanos).



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