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Campo Grande é a 8ª capital do país com a melhor cobertura da atenção básica

Com média de 75,3% a Capital supera a cobertura nacional, de 74,5% conforme aponta o levantamento feito pelo Ministério da Saúde

Por Adriano Fernandes | 18/09/2020 21:21
Moradoras sendo atendidas em posto de saúde da Capital. (Foto: Paulo Francis)
Moradoras sendo atendidas em posto de saúde da Capital. (Foto: Paulo Francis)

Campo Grande é a 8ª capital brasileira com a melhor cobertura da atenção básica e primária de saúde do país. A média de 75,3% supera cobertura nacional, de 74,5% conforme aponta o levantamento feito pelo Ministério da Saúde. A Capital está a frente de cidades com Porto Alegre, Fortaleza e Florianópolis e atrás de outras grandes cidades como Belo Horizonte e Teresina a melhor colocada do ranking com 100% de cobertura.

Com média de mais de duas unidades de saúde novas nos últimos quatro anos e mais onze transformadas em outras modalidades de atendimento, a capital sul-mato-grossense teve o melhor avanço na cobertura da atenção básica de saúde em todo o Brasil. Atualmente são 71 unidades saúde em funcionamento e a 71ª será entregue no início do mês que vem. Nos últimos anos Campo Grande subiu 19 posições no ranking, em 2017, por exemplo, a cidade tinha apenas 33,2% de cobertura.

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A melhora é atribuída a uma série de medidas voltadas para a estruturação do sistema de saúde, como a contratação de novos profissionais, realização de concursos, sendo um deles com mais de 630 vagas somente para a área da saúde, destravamento de obras, expansão de equipes da saúde da família e residências médicas e multiprofissionais.

Desde o certame de 2019, onde 633 profissionais seriam convocados para trabalhar na Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), a pasta já convocou 738 aprovados. Há também a apresentação de outros profissionais selecionados de concursos anteriores e que ainda estão vigentes e o cadastro de médicos temporários.

Foram mais de 700 pessoas convocadas até o momento. Parte delas integram equipes de saúde da família que estavam defasadas e hoje estão completas. Os programas de residências médicas e multiprofissionais, em parceria com as universidades públicas locais e a Fundação Oswaldo Cruz também tem estimulado o estreitamento da relação entre profissionais recém graduados e pacientes.

Outra medida que influenciou na melhora da cobertura da atenção básica em Campo Grande foi o destravamento de obras, onde unidades que estavam há anos em processo de construção foram inauguradas nesse período. Uma delas é a USF Benedito Martins Gonçalves, no Bairro Oliveira II, que estava paralisada desde 2016 e hoje atende mais de 12 mil pessoas.

Dentre essas reformas nos atendimentos está a ampliação no número de equipes da saúde da família, que eram 99 e passaram a ser 174. Há também os programas de incentivo à saúde, como o “Saúde na Hora”, onde as unidades que são certificadas passam a atender em horário estendido.

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