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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

15/12/2011 13:38

Censo 2010 irá apresentar mapa aperfeiçoado sobre as favelas do país

Paula Vitorino

Na próxima quarta-feira (21), o IBGE irá divulgar um mapeamento sobre a situação em todo o país dos aglomerados subnormais, nome definido para classificar os conjuntos habitacionais irregulares, popularmente chamados de favelas, comunidades, palafitas ou outros.

O objetivo do levantamento é mostrar quantas pessoas vivem e quantos domicílios existem nessas áreas, a distribuição delas no país e nas cidades e como se caracterizavam os serviços de abastecimento de água, coleta de esgoto, coleta de lixo e fornecimento de energia elétrica.

Para ser considerado um aglomerado, é preciso um conjunto constituído de no mínimo 51 unidades habitacionais carentes de serviços públicos essenciais, ocupando ou tendo ocupado recentemente terreno de propriedade alheia (pública ou particular) e distribuídos de forma desordenada na área.

A falta de vias adequadas para circulação de meios de transporte e a ausência da rede de esgoto são algum dos fatores considerados para a classificação.

Os dados são com base nas informações coletadas durante o Censo de 2010. Sendo assim, essas áreas podem ter melhorado a estrutura e saído da classificação de aglomerado subnormal.

Novidades - Nesta manhã, o Instituto apresentou para a imprensa os critérios considerados para chegar até o resultado e as novidades desta edição.

O conceito do que é aglomerado subnormal foi definido pela primeira vez no Censo de 1991 e mantido em 2000 e 2010. No entanto, a última pesquisa traz inovações tecnológicas e de método de trabalho, que permitem um aprimoramento no levantamento dos aglomerados subnormais.

Portanto, o Instituto não disponibilizará comparativo sobre os resultados de 2010 e 2000, considerando que os dados não são totalmente comparáveis devido a implantação de novos recursos neste Censo.

Segundo o IBGE, o levantamento de 2010 conta com o diferencial, principalmente, de imagens de satélites de alta resolução e participação das prefeituras e sociedade.

As imagens de satélite representaram uma mudança qualitativa para a identificação das áreas em relação aos censos passados. Elas foram utilizadas para identificar inicialmente as áreas dos municípios com morfologia característica de aglomerados subnormais, que depois foram analisadas para confirmação dos dados.

Já as reuniões realizadas em 2011 com as Comissões Municipais de Geografia e Estatística contribuíram para a atualização dos cadastros e mapas. Os grupos foram formados em todos os 5.565 municípios por representantes do IBGE, das prefeituras e da sociedade, que funcionam como um canal de comunicação e participaram de todo o processo de realização do Censo 2010.

De acordo com o Instituto, a parceria possibilitou “refinar o cadastro”, já que os locais identificados pelo IBGE e as prefeituras foram individualmente analisados, diminuindo a possibilidade de divergência entre as informações.

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