Cerca de 500 temporários devem ser efetivados no comércio neste início de ano
Estimativa do sindicato aponta que metade das contratações de fim de 2025 serão mantidas em janeiro

O comércio de Campo Grande deve iniciar 2026 com a efetivação de cerca de 500 trabalhadores que atuaram como temporários no fim do ano passado. A estimativa é do SECCG (Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande) e leva em conta a contratação de pouco mais de mil pessoas para reforçar as vendas no período natalino.
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O comércio de Campo Grande deve efetivar cerca de 500 trabalhadores temporários contratados durante o período natalino de 2025, segundo estimativas do Sindicato dos Empregados no Comércio. A previsão representa 50% do contingente contratado para as festas de fim de ano. O cenário positivo é respaldado por dados do Caged, que mostram saldo positivo de empregos formais em Mato Grosso do Sul em 2025, e pela expectativa de aquecimento econômico em 2026, ano eleitoral. O sindicato ressalta que acompanhará as contratações para garantir o respeito aos direitos trabalhistas.
Segundo a entidade, a expectativa é de que ao menos 50% desse contingente seja mantido pelas empresas ao longo do mês de janeiro, o que indica um cenário positivo para a geração de empregos no setor neste começo de ano.
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Para o presidente do SECCG, Carlos Santos, embora a economia ainda não esteja em um cenário ideal, há sinais claros de aquecimento. Ele afirma que a permanência de temporários nas equipes das lojas tem sido observada tanto nas conversas com empresários quanto no contato direto com os trabalhadores.
Dados oficiais ajudam a sustentar essa avaliação. Informações do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) mostram que Mato Grosso do Sul fechou 2025 com saldo positivo de empregos formais, com destaque para os setores de comércio e serviços. Já a PMC (Pesquisa Mensal do Comércio), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), apontou crescimento nas vendas do varejo ampliado no segundo semestre do ano passado, impulsionado pelo consumo das famílias.
Outro elemento citado pelo sindicato é a expectativa de expansão econômica em 2026, ano eleitoral, período que historicamente registra maior circulação de recursos e incremento na atividade econômica local.
O SECCG afirma que acompanha de perto o movimento do mercado de trabalho na Capital e avalia que a tendência é de crescimento ao longo do ano. A entidade também destaca que seguirá atenta para que o avanço nas contratações ocorra com respeito aos direitos trabalhistas e melhores condições de trabalho para os empregados do comércio.
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