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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

08/05/2015 08:46

Com avanço da dengue, agentes de saúde pedem maior conscientização da população

Flávia Lima
Agentes realizam mutirões em bairros da Capital. (Foto:Divulgação)Agentes realizam mutirões em bairros da Capital. (Foto:Divulgação)

Os altos índices de casos de dengue e chikungunya na Capital levaram os profissionais do controle de vetores da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) a intensificar as ações, mas também ressaltando a necessidade de um maior envolvimento da população no sentido de manter os quintais e terrenos limpos.
Em decorrência das chuvas previstas para esta estação, o alerta é maior, já que o mosquito transmissor das duas doenças se reproduz facilmente em ambientes com água parada e sem limpeza adequada.

De acordo com o chefe da Coordenadoria de Controle de Vetores (CCV) da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), Alcides Ferreira, a mobilização é necessária porque 80% dos focos são encontrados nas residências. “Temos um índice alarmante, por isso pedimos a colaboração de toda a população para o combate ao mosquito”, explica.

Os agentes de saúde continuam com as visitas domiciliares, além das limpezas nos quarteirões onde foram encontrados focos. “É um trabalho ininterrupto, mas ainda assim, é a conscientização do morador que faz a diferença no combate à doença, desde a limpeza das próprias residências a não destinação de lixo em terrenos baldios”, explica Alcides.

As ações consistem no recolhimento de lixo e entulhos domiciliares que podem ser criadouros dos insetos e conta com 60 agentes de saúde, duas máquinas retroescavadeiras e dez caminhões caçamba. Cada domicílio recebe visita de um agente de saúde que, além de vistoriar o ambiente em busca de focos do mosquito, alerta o morador para métodos de limpeza e também para indicação dos materiais que podem ser descartados.

Já foram identificados quatro tipos de dengue, uma vez que o vírus causador da doença possui quatro sorotipos: DEN-1, DEN-2, DEN-3 e DEN-4. Em Campo Grande circulam, atualmente, apenas os tipos 1, 2 e 4. Cada pessoa pode contrair um tipo da doença.

Quanto a febre chikungunya, os mais vulneráveis são s idosos e recém-nascidos, já que no caso dos bebês, a taxa de letalidade pode chegar a 50%.



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