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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

19/04/2016 07:52

Com greve agendada para o fim do mês, professores param hoje

Aline dos Santos e Guilherme Henri
Na escola Domingos Gonçalves Gomes, comunicado no portão informa que hoje não haverá aulas.  (Foto: Marcos Ermínio)Na escola Domingos Gonçalves Gomes, comunicado no portão informa que hoje não haverá aulas. (Foto: Marcos Ermínio)
Na escola Abel Freire de Aragão, alunos têm dia letivo normal. (Foto: Marcos Ermínio)Na escola Abel Freire de Aragão, alunos têm dia letivo normal. (Foto: Marcos Ermínio)

Professores da rede municipal de ensino de Campo Grande param por 24 horas nesta terça-feira (19) para “forçar” reunião com o prefeito, Alcides Bernal (PP).

Na cidade, nesta manhã, a reportagem encontrou tanto escola aberta quanto fechada. No bairro Jardim Colonial, a escola Domingos Gonçalves Gomes está fechada. Um aviso comunica que não haverá aula nem de manhã nem à tarde. Já no bairro Pioneiro, a escola Abel Freire de Aragão tem aula normal nesta terça-feira.

Conforme o presidente da ACP (Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública), Lucílio Souza Nobre, a categoria já tem greve geral agendada a partir do dia 26.

“Vamos sair em passeata pelo Centro e vamos até à prefeitura hoje. Vamos forçar uma agenda com o prefeito. Ele encaminhou o projeto do reajuste para a Câmara Municipal sem ter discutido até esgotar o assunto”, afirma.

A associação, que reúne mais de sei mil docentes, só vai fazer o cálculo de adesão das escolas no fim do dia. Contudo, a previsão do sindicato é que a mobilização de alerta paralise as atividades em até 50% dos 96 colégios.

A Reme (Rede Municipal de Ensino) tem 95 mil alunos e o ano letivo começou em 15 de fevereiro. No ano passado, os alunos enfrentaram greve por 77 dias.

A paralisação também deve afetar os Ceinfs (Centros de Educação Infantil), mas em menor proporção, pois a maioria dos profissionais é contratado e não deve aderir. “Dificilmente, algum Ceinf fecha”, afirma.

Os professores querem 11,36% da correção do piso do magistério e o pagamento das parcelas negociadas no ano passado.



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