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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

14/01/2014 10:36

Com viagens de fim de ano, pacientes ficam sem médicos na Capital

Luciana Brazil

No fim do ano, período de festas e de viagens, teve gente que encontrou dificuldade na hora de marcar uma consulta médica em Campo Grande. Com médicos viajando, os pacientes precisaram recorrer aos atendimentos hospitalares de urgência, o que nem sempre garante consulta com especialista.

Se todo mundo tem direito a férias, profissionais essenciais podem fazer falta em períodos como esse.
O comerciante Raimundo Costa, 63 anos, sentia fortes dores no estômago dias antes da virada do ano. “Eu precisava ir no gastro (gastroenterologista), mas o meu médico de confiança estava viajando. O jeito foi ir até um hospital que fazia pronto-atendimento, mas o médico tinha outra especialidade”, conta.

Sem ter outra opção, o comerciante precisou esperar o médico voltar de viagem para iniciar o tratamento para gastrite. “O médico que me atendeu no hospital foi ótimo, mas me passou um tratamento paliativo. É o resultado das férias”.

De acordo com o diretor do Sinmed (Sindicatos dos Médicos de Campo Grande), João Batista Botelho de Medeiros, a orientação é que as consultas sejam agendadas com antecedência.

“Já nos casos de intercorrência, a solução é procurar as unidades de urgência”, afirma. 

Ele lembra ainda que não há nada que possa ser feito para evitar a ausência destes profissionais. “Os médicos são pessoas iguais às outras. Nesse período, os filhos entram de férias, e os pais aproveitam para viajar”.

O taxista Marcos Oliveira, 32 anos, também passou pelo mesmo problema no dia 29 de dezembro. “Minha mãe tem 54 anos e ela precisou se consultar com o reumatologista dela, mas ele estava viajando. Tivemos que ir até o hospital porque ela estava sentindo muitas dores no corpo”.

O filho reconheceu que a procura pelo médico foi tardia. “Minha mãe já estava sentindo essas dores há algum tempo, mas ela ficou adiando”, contou.

Para especialidades como pneumologia, reumatologia e neurologia são poucos os médicos na Capital, segundo Botelho.

Conforme os profissionais, os pacientes são avisados sobre suas ausências. "Se vou viajar, o meu paciente, aquele que foi recentemente ao consultório, pelo menos dois meses antes da minha viajem, já fica sabendo que deve marcar as consultas antes", disse o dentista José Barcellos.

 

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Viagens podemos agendar. Os comandantes e pilotos estarão lá nas aeronaves, os condutores estarão nos ônibus, trens metrôs e táxis, os recepcionistas nos hotéis, assim como as cozinheiras, camareiras e etc.
Doenças são imprevistas, não se agenda, mas adoecer e precisar de médico em feriados, sextas à noite, sábados e domingos, mesmo em hospitais, é impossível.
Afirmar que os profissionais da saúde e da justiça, assim como funcionários públicos, são profissionais como outros quaisquer é, no mínimo, hipocrisia.
Algumas pessoas ainda fazem piada, afirmando que prestaram o juramento de "Hipócritas". Leiam o teor do juramento e tirem suas conclusões.
Saúde,
 
Sergio Queiróz em 15/01/2014 18:15:44
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