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Capital

Comércio pede toque de recolher meia-noite e academia e escola como essenciais

Em documento ao Governo, setor também pede congelamento de impostos e mudanças na vacinação

Por Clayton Neves | 29/03/2021 08:42
Por decreto, até o dia 4 de abril só podem funcionar serviços essenciais em todo o Estado. (Foto: Arquivo / Campo Grande News)
Por decreto, até o dia 4 de abril só podem funcionar serviços essenciais em todo o Estado. (Foto: Arquivo / Campo Grande News)

Em ofício encaminhado ao Governador Reinaldo Azambuja (PSDB), a CDL CG (Câmara de dirigentes lojistas) elencou diversas reivindicações da categoria para retomada da atividade em Campo Grande. Governo e lojistas discutem na manhã desta segunda-feira (29) a viabilidade de pedidos que incluem, por exemplo, a inclusão de academias e escolas particulares como serviço essencial e a ampliação do toque de recolher para meia-noite.

No pedido, a CDL considerou que durante o período da pandemia o comércio adotou medidas de biossegurança para atendimento, por isso, questionou ser fonte de disseminação da covid-19.

Elencando prejuízos contabilizados ao longo de 1 ano da pandemia, o setor solicitou ao Governo que inclua na lista de serviços essenciais óticas, academias de ginástica e musculação, berçários e escolas particulares, empresas de locação de veículos e serviços de certificação digital.

Entre as reivindicações, os comerciantes listaram ainda a ampliação do toque de recolher para meia-noite, o que contemplaria a atividade de bares e restaurantes, retorno das atividades presenciais, observando as medidas de biossegurança e retorno dos eventos produzidos por empresas legalizadas, respeitando limitação de público e protocolos contra a covid-10.

Por fim, o documento pede redução do ICMS cobrado no valor do combustível, congelamento provisório do ICMS Garantido, postergação de impostos e taxas estaduais e negociação com empresas financeiras para a viabilização de linhas de créditos para os varejistas.

Por decreto do Estado, até o dia 4 de abril funcionam em Mato Grosso do Sul somente serviços essenciais, como farmácias, supermercados e postos de gasolina. A medida foi tomada pelo Governo diante da lotação de leitos para tratamento da covid-19 e do aumento de transmissão e mortes em decorrência da covid-19.

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