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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

08/01/2016 18:36

Córrego transborda, deixa idosa ilhada e destrói casas de três famílias

Thiago de Souza e Michel Faustino
Victor Hugo Pina e a esposa, gravida de seis meses. (Foto: Gerson Walber)Victor Hugo Pina e a esposa, gravida de seis meses. (Foto: Gerson Walber)
Morador teve de erguer móveis para não perder tudo devido a chuva. (Foto: Gerson Walber)Morador teve de erguer móveis para não perder tudo devido a chuva. (Foto: Gerson Walber)

A chuva que caiu na tarde desta sexta-feira (8), fez o Córrego Segredo transbordar e a água invadir três casas em uma área de comodato, que fica na Rua Nelson Abrão Lemos, no Jardim Cerejeiras, região norte da Capital. A altura da água atingiu 1,5 metro e deixou uma idosa de 64 anos ilhada na residência. Até os cachorros tiveram de subir em cima da mesa para não morrer afogados.

Inês Del Padre, 64, estava dentro de casa na hora da chuva e ficou desesperada ao ver o nível da água subindo. Ela tem hipertensão, diabetes e é cega de um olho. O genro dela, Victor Hugo Pina Marcelino, 20, anos, foi que acionou os Bombeiros. Del Padre relatou que em menos de 30 minutos a água atingiu 1,5 metro de altura, o que corresponde a metade da janela. Ela se salvou porque subiu em cima de um móvel e aguardou socorro.

Á área fica próxima a cabeceira do Córrego Segredo. De acordo com a Defesa Civil Municipal, choveu 31 milímetros na região do Alphaville, que também fica na região norte da Capital.

Marcelino mora na casa ao lado, junto da filha de dona Inês e uma criança de cinco anos de idade. No momento da chuva ele disse que estava na mãe dele, mas voltou para a casa pois sempre que chove precisa erguer os móveis para não molhar. A residência dele também foi atingida e ele conseguiu salvar apenas uma televisão e as roupas do filho pequeno. Agora, o morador vai buscar abrigo na casa da mãe dele, pois os Bombeiros orientaram a não ficar na residência para evitar riscos.

Nesse terreno, Marcelino cria galinhas, patos e cachorros. Os animais ficaram ilhados por conta de tanta água. Os cachorros tiveram que se equilibrar em cima de uma mesa. Luis Carlos Macedo, 52, disse que mora na região do Cerejeiras I e II, há 32 anos e nunca viu algo semelhante, pois o córrego transbordou e o volume de água foi muito grande.

Cachorros subiram em cima de mesa para não morrer afogados. (Foto: Gerson Walber)Cachorros subiram em cima de mesa para não morrer afogados. (Foto: Gerson Walber)
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