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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

21/07/2016 09:32

Criança internada com suspeita de maus tratos foi levada para abrigo

Fernanda Mathias e Mara Riveiros
Nesta manhã, mãe e namorado prestaram depoimento na DPCA; criança foi levada ontem à tarde para abrigo (Foto: Clhoé Pinheiro)Nesta manhã, mãe e namorado prestaram depoimento na DPCA; criança foi levada ontem à tarde para abrigo (Foto: Clhoé Pinheiro)

A menina de 09 meses internada há uma semana e meia na Santa Casa de Campo Grande com suspeita de maus tratos foi retirada da mãe na tarde de ontem, por decisão judicial, e levada a um abrigo.

Na manhã desta quinta-feira (21), a jovem, de 18 anos acompanhava o namorado, de 17 anos, que prestou depoimento na DPCA (Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente) e ambos negam que a menina tenha sofrido agressões.

Ela deu entrada no hospital, encaminhada por uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento Médico) com quadro de desnutrição e hematomas, principalmente na cabeça.

A mãe contou à polícia que dormia com o namorado e a criança em um colchonete, ao lado da cama, quando perceberam que ela estava ficando roxa. Sobre o quadro de desnutrição, a mãe alegou na vez anterior em que foi ouvida, que produzia pouco leite e a criança recusou o preparo com leite em pó.

O caso foi acompanhado pelo Conselho Tutelar Sul, que pediu à Justiça que a criança fosse abrigada.

Sem provas – A mãe afirma que, sem exame de corpo de delito, não há provas de maus tratos e por isso a criança não deveria ter sido retirada de seu convívio e das irmãs, de 03 e 04 anos. “Acho isso muito errado, levar a criança para um abrigo. Ela tem mãe e não existe prova de nada, foi pedido exame de corpo de delito e até agora não foi feito e não me explicaram para onde levaram minha filha”.

A mulher foi orientada a procurar a Defensoria Pública para tentar reaver a guarda da criança. A mulher mora com a mãe, avó da menina, no Santo Eugênio e as duas estavam se revezando no acompanhamento da criança durante a internação.

O namorado dela, de 17 anos, também negou agressão. “Nunca ninguém bateu na criança, não tinha como ela ter caído porque estava num colchão de berço, no chão”. Ele disse que na noite em que a menina foi internada, ela mamou e dormiu. Quando foram trocar a fralda, perceberam que ela estava convulsionando e levaram até a UPA.

Conforme informações da DPCA, a análise do IMOL (Instituto de Medicina e Odontologia Legal)  deve ser feita com base no quadro apontado pelo prontuário médico da criança. 

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