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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

17/01/2014 14:33

Criminosos têm espaço exclusivo em presídio da Capital, denuncia OAB

Bruno Chaves
Unidades prisionais do Estado passarão por vistorias da OAB/MS (Foto: Divulgação/OAB/MS)Unidades prisionais do Estado passarão por vistorias da OAB/MS (Foto: Divulgação/OAB/MS)

Durante vistoria no Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande, a Comissão Provisória de Sistema de Direito Penitenciário e Prisional, da OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil, seccional de Mato Grosso do Sul), constatou que um pavilhão da unidade é destinado a membros de facções criminosas, como o PCC (Primeiro Comando da Capital), que surgiu nos presídios de São Paulo (SP).

“Não saberia dizer quantas facções estão presentes lá. Eu sei que o PCC existe e parece que também tem outra facção, originada aqui no Estado, denominada de Capoeira. Mas não sei se ela se extinguiu ou se mudou de nome”, disse, nesta sexta-feira (17), o presidente da comissão, Carlos Magno Couto.

Segundo o presidente da comissão, o diretor da Máxima revelou o método de trabalho. “Eles precisam colocar esses integrantes de facções em um determinado pavilhão. Entre aspas, é como se fosse uma classificação para separar dos demais”, explicou. “Fui informado que no feminino também existem integrantes das facções. Isso é uma coisa nova para mim”, emendou.

Carlos Magno não soube precisar quantos detentos do presídio foram “classificados” como participantes de facções. Mas ele afirma que é um número muito grande. “Tenho medo de falar algo e passar uma informação equivocada. Mas é um pavilhão grande, de vários pavilhões que a Máxima tem”, contou.

Vistorias – A comissão da OAB iniciou ontem (16) uma sequência de vistorias nas cadeias públicas de Mato Grosso do Sul. A decapitação de três presos no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, no Maranhão, além dos recorrentes crimes a mando de detentos integrantes de facções criminosas, desencadeou operação de vistorias em cinco municípios de Mato Grosso do Sul.

Até o momento, os presídios de Segurança Máxima, de Trânsito e femininos, regimes aberto e fechado, além do Instituto Penal, todos em Campo Grande, foram vistoriados. Na próxima semana, unidades prisionais das cidades de Corumbá, Ponta Porã, Naviraí, Dourados, Três Lagoas e Coxim também passarão por vistorias.



Muito engraçado colocarem culpa no diretor, nos agentes e em meio mundo, mais ajudar ninguem quer! Pq não liberam verba para construir mais presidios?Ou esses advogados, pq não fazem um mutirão para tirar os presos que ja cumpriram pena e não tem dinheiro para pagar advogado para sair de la! Muito facil ficar só criticando!
 
Julia marcondes em 18/01/2014 10:15:20
Tenho medo de falar algo e passar uma informação equivocada. Mas é um pavilhão grande, de vários pavilhões que a Máxima tem”, contou:
QUEM TEM ,,, TEM MEDO.
 
marcio da silva em 18/01/2014 00:35:53
muita falta de competencia deste diretor, se não concorda com o sistema pede pra sair, melhor do que as pessoas te apontarem como incompetente ou conivente. Imagina "espaço exclusivo"
 
lu braga em 17/01/2014 22:53:36
porque sempre as vistorias e feita pra ver a situação dos presos e NUNCA as condições de trabalho dos Agente Penitenciários , que atualmente fazem o trabalho de Verdadeiros CARCEREIROS como era chamado a mais de 35 anos o que hj chamamos de Agente Penitenciário. o que era modelo no Pais em 1979 se encontra ao abandono .
 
jorge tavares em 17/01/2014 19:04:49
Aproveita a oportunidade e observe a situação desumana que os agentes penitenciários .... TRABALHAM.....
 
Ana Paula em 17/01/2014 17:58:07
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